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terça-feira, 19 de maio de 2015

Insegurança Pública

Por:Marcos Mucciatto
No campo e nas cidades, a ordem e a segurança públicas estão seriamente comprometidas. Os espaços públicos muitas vezes pertencem aos criminosos. E poucos espaços privados, como as residências, altar sagrado de qualquer democracia ainda estão garantidos por seus ocupantes através de grades ou quando seus usuários podem pagar os elevados custos da segurança privada, em suas várias formas. Mesmo diante de um quadro aterrador de quase 60 mil homicídios por ano, latrocínios, roubos, furtos, ataques a pessoas e bens, entre muitos outros delitos, o governo insiste em manter no cargo, as mesmas pessoas que desconhecem a realidade, como o Ministro da Justiça e a Secretária Nacional de Segurança Pública. Esta nem passado no ramo tem. Mas, tem o principal:militância partidária.
DROGAS  E DESARMAMENTO
Além de não atacar as causas da violência e da criminalidade, entre as quais o uso e o abuso das drogas, onde mais de 85% dos delitos praticados no país tem alguma relação com drogas, os governantes insistem no desarmamento civil da população e em outras ações inócuas, caras e dispersivas. Alguns atribuem aos governos anteriores a 2003 a política de desarmamento civil. Não é verdade. Mesmo no regime militar nunca se tentou isso. Fernando Henrique ensaiou alguns passos nesse baile, mas, inteligente, saiu à francesa. O mal denominado Estatuto do Desarmamento foi votado na calada das longas noites legislativas e assinado em 23 de dezembro de 2003.
REFERENDO IGNORADO
Em 2005, houve o referendo em que a população, por imensa maioria, recusou a proposta de desarmar a sociedade. Mais uma decisão popular jogada ao solo e pisada pelo governo desarmamentista e seus papagaios de piratas apaniguados com verbas públicas e outras benesses. Alguns sonhadores crédulos em contos da carochinha, também avaliam que as armas vão desaparecer da terra por alguma mágica ou dispositivo legal. Talvez desconheçam por onde entram fuzis, metralhadoras, granadas e foguetes no Brasil. Hoje a grande porta de entrada de armas pesadas é a Venezuela, coincidência ou não, é justamente onde a presidente desativou um batalhão de fronteira do Exército Brasileiro.
GARANTIA DE AUTODEFESA
Para isso as leis existem. Armas legais para cidadãos legais que podem contribuir para a segurança coletiva. Muitos atos de violência contra mulheres, velhos e crianças poderiam ser evitados, quando praticados por bandidos armados de paus, pedras, facas e canivetes, simulacros de brinquedos ou mesmo a simples sugestão de ameaça, se houvesse um cidadão armado por perto. No Rio de Janeiro talvez isso nem adiante mais, porque bandidos já passaram desta fase, a maioria dos arrastões são feitos com fuzis AR 15, conforme matéria veiculada no Bom Dia Brasil.  É preciso mudar para garantir o direito à legítima defesa. Mudar a política e os políticos. Senão outros direitos serão também atingidos. Caso você, leitor, não aprecie armas, desconhece seu uso, avalie que não deve usar uma, pelo menos pense na realidade dos direitos de cidadania e que um cidadão armado, um dia, pode ser sua salvação e de sua família. Afinal, militares e policiais são, também, cidadãos. E até eles o governo tenta desarmar. 
Nota do editor do blog: Seguindo orientação de um comentarista famoso da região, que prega:  "arma nenhuma mata, mata é quem manuseia ela.."

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A Impunidade no Brasil


Por Carlos Alberto Bächtold – carlosbachtold@hotmail.com


Todos nós já escutamos as pessoas reclamarem da impunidade vista em nosso país. Se ela já é um fato entre criminosos ricos, o que dizer dos menores delinquentes? Eleitos para representar o povo, envolvem-se num número sempre crescente de escândalos e apesar da reincidência, nunca são punidos.

O fato é que não é apenas no meio político que a impunidade está presente. O problema começa entre o próprio povo brasileiro, e é lá no meio da sociedade que encontramos as situações mais inusitadas que mostram a impunidade também entre o povo.

Podemos citar como exemplo os motoristas que desrespeitam os sinais de trânsito sem qualquer punição e se acham espertos. Lamentavelmente a impunidade tem como força motriz o comportamento dos brasileiros e a educação que recebemos.

Tenhamos sempre em mente um princípio universal que nunca, nunca falha: “Tudo o que o homem semear, isso mesmo ceifará”. Ou seja, colhemos aquilo que plantamos. Não podemos plantar espinhos e esperar colher maçãs...

E o tipo de semente que estamos semeando pode ser visto no comportamento que estamos encontrando na sociedade – a educação de um povo é seu maior tesouro!

Contudo, lamentavelmente, temos até um adágio muito conhecido de todos: “o jeitinho brasileiro”, que aponta para o improviso, sem dúvida, mas também para a forma encontrada pelo brasileiro para burlar leis e normas.

Os brasileiros sonegam impostos, burlam leis, pirateiam produtos, enfim, cometem diversas infrações penais “leves”, e julgam que é “perfeitamente normal”.

Tal educação em nosso país, que começa dentro das famílias que para “garantir o pão” cometem pequenos deslizes, não poderia pensar que seus representantes agissem de forma diferente.

Sem falar no fato de que criam-se leis para favorecer a criminalidade, a anarquia, o caos. Apenas para citar um forte aliado dos “menores criminosos” está o “E.C.A.”, que tem sido um estorvo na educação e na contenção dos delitos e comportamentos anti-sociais praticados por aqueles que ainda não completaram 18 anos.

É uma verdadeira barbaridade vermos que os “menores” podem fazer tudo o que não presta sem serem penalizados, mas se forem colocados para exercerem um trabalho digno, para ajudar a família, então os pais é que são penalizados, taxados de maus, etc.

É interessante ainda notarmos como a justiça e os órgãos responsáveis pela “defesa dos direitos do menor”, usam dois pesos e duas medidas... Se o filho do pobre é visto fazendo um pequeno serviço remunerado, é exploração de menor... Se, por outro lado, o filho de um artista é visto trabalhando na TV, então não é exploração, é “talento”... Que país é este? Que sociedade é esta? Gente, vamos acordar!!!

Voltando a falar no E.C.A. não há nele uma só menção de obediência, de responsabilidade, apenas direitos... E quando fala em “dever” não fala em punição no caso do não cumprimento dos deveres. Que tipo de lei é esta?

Ora, todos sabemos que a base da justiça é a recompensa do bem e a punição do mal, ou a recompensa dos bons e a punição dos maus... E que para que um bom não se torne mau, é necessária a existência de disciplina, e muitas vezes de castigo... Mas a nova psicologia não tem entendido dessa forma, e o resultado está aí diante de nossos olhos dentro de casa, nas escolas, nas ruas... Pessoas “menores” mas se tornando os “maiores” bandidos!

Toma, sociedade, este é o teu pago por abandonar os princípios morais e bíblicos, e adotar pensamentos infernais e caóticos...

Aquele troco a mais não devolvido, aquele produto furtado no mercado, aquele produto pirata comprado sem nota...  Pequenas ações que desencadeiam todo um processo corrupto que acaba, claro, se concentrando nos “colarinhos brancos”, que só existem porque o povo não está assim tão preocupado com o bem estar comum, e sim com o de cada um.

           As boas maneiras e os verdadeiros valores éticos, morais e espirituais foram deixados de lado por pais, por educadores, por líderes sociais... O que desejam com isto? Claro que quando os bons valores são deixados de lado, surgem os maus valores, a honestidade dá lugar à desonestidade, a cultura dá lugar à ignorância, e o espiritualismo dá lugar ao materialismo. Isto não é novidade! Somente voltando aos verdadeiros valores é que conseguiremos ter no poder pessoas de bem, pessoas que prezem pelos valores morais e espirituais elevados, que tornem nossa sociedade mais digna, honesta e decente.

          Se quiser me seguir no twiter... http://www.twitter.com/carlosbachtold