Já abordamos aqui a questão
da falta de médicos e a possível ameaça de contratação de estrangeiros para a
função. Seria uma solução mas não é. O problema crônico brasileiro em todas as
áreas, atende pelo simpático nome de infraestrutura, nome que é simpático para
a população e os setores que produzem riquezas, mas que causa calafrios em
muita gente, principalmente os que despacham, via Brasília ou capitais.
A estrutura brasileira
disponível para atendimento à população no quesito saúde, para ser pobre
demais, necessita melhorar muito, salvo exceções como Foz do Iguaçu que apesar
dos pesares, ainda está bem. Agora, sem as mínimas condições de funcionamento,
o produto a ser importado pela Dilma ficará no local determinado por quanto
tempo? Muito pouco, a não ser que venham uns doidos.
Mas o que tem a ver com as
Apaes? Tem a ver que querem colocar crianças com necessidades especiais junto
aos demais alunos naquilo que eles chamam de inserção social. Seria uma boa
ideia, recheada de boas intenções, mas assim como a saúde, existe as mínimas
condições para receber tais alunos? O estado possui profissionais capacitados
para tal finalidade? Os prédios que abrigarão os recém chegados tem condições
mínimas? Claro que não, mas o senado e a câmara de deputados acham que sim e
não podia ser diferente, seus filhos estudam em colégios particulares e o
senado gasta 5 milhões em 7 meses no Sírio Libânes, como eles, que fazem
acontecer, tem conhecimento da realidade?
Com todo respeito que
merecem, mas tem hora que chego a acreditar que essas gente pensa pelo
calcanhar, só pode!
Falando em pensar pelo
calcanhar, tem deputado querendo tirar da constituição a palavra ética por
acreditar que a mesma tem um significado subjetivo. É tão subjetivo que fez a
parte boa da população marchar dias atrás contra os abusos que impõem sobre
nós. Oras, significado subjetivo é.... (cada um escolha um adjetivo a seu
gosto).
Quem não pensa pelo
calcanhar mas pelos fundilhos do bolso é o tal Instituto Chico Mendes de
preservação de Meio de Vida, digo, Meio Ambiente, que vai aumentar a tarifa
para acesso a Parque Nacional do Iguaçu, a partir do mês que vem, em 21%.
E quem fala pelo calcanhar.
Tem uma propaganda na TV do Ratinho falando maravilhas da preocupação do
governador Beto Richa com a saúde do povo. Enquanto o blá, blá, blá caça votos
fala, o hospital da Unioste em Cascavel pede em ofício, encarecidamente, que os
órgãos de segurança e socorro da cidade não mandem mais pacientes para aquele
hospital, pois tem gente sendo atendida nos corredores. Agora imagina se o
governador não desase bola à saúde do povo paranaenses...
Duas coisas que gostaria de
saber...
Como duas senhoras do Meio
Ambiente de Foz consegue largar o trabalho em horário de expediente e ir trocar
um chuveiro elétrico no BIG, usando viatura daquela secretária? Aconteceu
quarta-feira retrasada, dia daquele frio terrível.
E como a TV do Ratinho
mostra um cinegrafista da emissora filmando dentro de um carro conduzida por um
militar? A questão, o militar está dirigindo o veículo da emissora ou o
cinegrafista está dentro da viatura em serviço...
Usando então da ficção,
podemos sugerir um provável diálogo:
Soldado
– Estamos nos dirigindo
para a região tal em perseguição a supostos bandidos...
Comandante
- Espere a emissora chegar
e depois prossiga...
Ótima quinta...
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