terça-feira, 2 de abril de 2019

A Educação Domiciliar - Fatos e Mitos

Antes de qualquer coisa, leia este artigo:


Afinal, o que é esse tal de Homeschooling, e porque tantas pessoas são contra?
Já há vários anos que um grande número de famílias brasileiras optaram por educar seus filhos no aconchego de seu lar. São pais e mães que, acima de qualquer coisa, priorizaram dar para seus filhos uma educação de qualidade, fora dos muros das escolas.
Para aqueles que acham que a educação domiciliar “não dá certo”, ou que “o ensino domiciliar não satisfaz a necessidade de aprendizagem da criança”, e que “só a escola é a instituição responsável pela educação”, recomendo a leitura de alguns artigos de notícias de países do 1º mundo.
Por exemplo, na Finlândia, país que detém o 1º lugar em educação no mundo, vemos que “aplicam-se nas escolas os princípios do homeschooling” – confira a Notícia – razão pela qual nesse país, a educação serve de modelo para o resto do mundo.
Observemos que “não trata-se de famílias aplicando em casa os princípios educacionais das escolas, mas o contrário”.
Isso por si só já deveria fazer os intelectuais de nosso país parar para pensar…
O Brasil, por sua vez, está em penúltimo lugar no ranking de educação do mundo (confira aqui).
Mas claro que a educação domiciliar não é para todos, pois nem todos estão dispostos a colocar seus filhos como uma das prioridades em sua vida. Somente as famílias que prezam pela educação de seus filhos e não pela escolarização – porque há uma grande diferença entre “escolarização” – aprendizagem adquirida nas escolas – e a “educação” – aprendizagem (inclusive e principalmente de valores familiares) adquirida no âmbito do lar.
O que ocorre em nossos dias é que um número muito grande de famílias vive uma rotina diária em que pai e mãe saem para o trabalho, tendo que relegar o cuidado de seus filhos a terceiros, já que estão preocupados em ganhar dinheiro para sustentar o modo de vida que escolheram.
Tais pais não percebem que educação se dá em casa, e que a escola – para quem a escolhe – é tão somente um lugar “a mais” onde se pode adquirir conhecimento. Ignoram também o fato de que escola alguma jamais dará a seus filhos um atendimento que satisfaça a especificidade e o ritmo de aprendizagem de cada um, ignorando ou simplesmente deixando de lado as necessidades específicas de cada criança. Isto porque, na escola, a criança é “apenas um número”, “uma matrícula”, pela qual o governo repassa à escola uma certa verba para que esta “formate a mente da criança” de acordo com os valores que a sociedade (e não a família) deseja.
Além disso, por melhor que seja o professor que leciona na escola, há alguns fatos que não podem ser ignorados:
  • Ele tem que atender uma turma com, no mínimo 25 a 30 crianças, o que impede que atenda a especificidade de cada uma;
  • A superlotação das salas de aula, somada ao conteudismo (excesso de conteúdo) exigido pelas secretarias de educação, impede que os professores vejam os assuntos ministrados com a devida profundidade e atenção, limitando-se tão somente à uma visão superficial dos conteúdos propostos;
  • No ambiente familiar, há um envolvimento emocional e afetivo entre educador e educando, o que não existe na sala de aula;
  • No ambiente familiar os pais educadores têm a oportunidade de detectar as dificuldades específicas de seus filhos, podendo atendê-las de forma direcionada e exclusiva – o que não acontece na sala de aula, pois o professor não pode se dar ao luxo de atender CADA aluno em sua dificuldade, fazendo suas avaliações EM MASSA. Isto significa que se o aluno tem alguma dificuldade, ficará para trás, e se tem alguma “superdotação”, ficará aquém do que poderia estar, pois as escolas não têm condições de atender os alunos superdotados, além do fato de não conseguir atender a contento aqueles com dificuldades de aprendizagem. 
Os pais de hoje (a maioria) não têm tempo para seus filhos, e a família brasileira está ficando cada vez mais isolada, e as crianças sofrem com tudo isso. Sofrem porque precisam de limites, precisam de carinho, muito mais do que de presentes. Em lugar de “presentes” eles precisam de pais presentes!
As escolas têm se tornado “depósitos de crianças”, e a “socialização” de que tanto falam, quando alguém declara que pratica o homeschool ou “educação domiciliar”, tem tão somente demonstrado que é um fracasso.
Estatísticas e estudos empíricos ao redor do mundo têm demonstrado que as crianças cujos pais praticam o ensino/educação domiciliar têm um desempenho muito superior nas avaliações acadêmicas que as crianças que frequentam a escola regular. Empresas nos Estados Unidos dão preferência à contratação de adolescentes e jovens homeschoolers do que a jovens que estudam em escolas.
Veja aqui um dos resultados dessas pesquisas:
https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=153
Se, portanto, as crianças aprendem mais e melhor em casa, porque se opôr às famílias que querem adotar tal prática? Não se está impondo que todos tirem seus filhos das escolas… Pelo contrário, se está reivindicando o direito de atender às especificidades dos filhos, algo que a escola não tem condições de atender!
A Educação Domiciliar tem demonstrado ser muito superior à educação escolar! Contra fatos, não há argumentos, exceto, é claro, a má vontade e ignorância daqueles que se negam a ver a realidade dos fatos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Socialização escolar: a socialização que não deu certo [Parte 2]



O IMPACTO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Espaços públicos, frequência obrigatória, separação das crianças por idade, conteúdo único, avaliações constantes, horários fixos: o terreno estava preparado para uma ruptura ainda maior entre as famílias. O enfraquecimento da família começou mais intensamente com a revolução industrial.

No período colonial, as famílias eram pequenas unidades econômicas, autônomas e livres. Todos estavam envolvidos com a família, não havia distinção entre estudo e trabalho, nem havia necessidade de socialização porque as famílias eram numerosas e ajudavam-se mutuamente na comunidade em que moravam. Os tutores trabalhavam nas casas e eram quase membros da família, tamanha era a intimidade que compartilhavam. O trabalho nas fábricas alterou esse modo de vida e o conceito de trabalho e educação.

A revolução industrial tirou os pais do lar e desvinculou dele a atividade econômica produtiva; além de esvaziar as casas, deixou-as sem sentido ou propósito. As mulheres foram as primeiras a sentir o impacto dessa revolução e a atitude enérgica que tomaram contribuiu ainda mais para o declínio da educação familiar. O tempo com os filhos diminuiu bastante e a educação dirigida pelos pais tornou-se impraticável. A escola floresce num mundo positivista, que passou a olhar as crianças como números e objetos de verificação e aperfeiçoamento para o trabalho nas indústrias. “As escolas”, como afirmou Gatto, “tornaram-se enormes laboratórios de psicologia comportamental, ensinando que o livre arbítrio, mesmo em questões tão básicas como a necessidade de urinar, deve ser subordinado aos caprichos de quem têm o poder”.


A revolução sexual foi também responsável pela queda da natalidade nas famílias e total ausência dos pais em casa, pois pai e mãe agora saíam para o trabalho fora do lar. As crianças tiveram que se adaptar aos horários dos pais, e o trabalho, que antes era visto como parte da unidade familiar, passou a se utilizar da criança como mão-de-obra barata. Surgiram as primeiras legislações proibindo essa prática e a escola foi o grande escape para as crianças abandonadas em seus próprios lares. O lar, como o centro da educação e socialização, foi transferido para os enormes prédios, mais parecidos com prisões do que com ambientes saudáveis de convivência.

Além disso, e talvez como resultado da necessidade cada vez mais crescente de profissionais terceirizados e especialistas, muitos pais e mães perderam a confiança em sua capacidade de criar e educar seus filhos porque acreditaram que não possuíam informações e aptidões necessárias para desempenhar tal tarefa. Os ecos dessa crença é sentido hoje: eles não só aceitam a ideia da escola indispensável na formação educacional como também se voltam para os especialistas em todas as demais áreas da vida, pois presumem que eles sabem o que é melhor para as crianças. A respeito disso, Neil Postman, no seu livro O Desaparecimento da Infância, comentou:


Conhecimento e trabalho andam de mãos dadas e possuem significados diferentes em cada época da história. Desde a Revolução Industrial, o trabalho e a educação foram concebidos para formar trabalhadores úteis ao sistema. A socialização distante da família é a inovação que a Revolução Industrial sacramentou como único caminho para a vida adulta. A socialização familiar e comunitária é a norma que permanece desde que a humanidade veio a existir.

O convívio social da criança assume um aspecto singular ao longo da história. Há momentos de muito enriquecimento desse convívio; em outros, negligência; e ainda em outros, uma completa distorção do sentido. Mas, em nenhum momento, pode-se dizer que a criança não está socializada, embora é possível dizer que ela está muito perto de se tornar um selvagem.
(Continua...)
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Adna S Barbosa

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Socialização escolar: a socialização que não deu certo [Parte 1]

No Brasil, a educação domiciliar tem conquistado adeptos a cada ano. Não é de admirar, diante do caos educacional evidenciado no analfabetismo funcional, disfunções sociais e psicológicas relacionadas ao ambiente escolar, frustração das expectativas a respeito de uma educação que se mostrou ineficiente para a vida.
É comum associar a educação à possibilidade de conquistar um trabalho. Com essa educação que temos aí, tanto o conhecimento como o trabalho saem perdendo, já que um e outro são interdependentes no sistema.  Uma educação enfadonha e sem propósito associada ao trabalho joga para este último um fardo difícil de carregar.

É por isso que hoje temos uma nova categoria de jovens, os “nem-nem”: nem estudam, nem trabalham. Esse contingente cresceu quase 6% de 2016 a 2017. A escola tirou o interesse natural pela busca do conhecimento e, ao mesmo tempo, deu ao trabalho uma conotação de extensão de um modelo maçante, que luta contra a vontade das pessoas. O que sobra é a busca por um prazer fugaz para escapar do fardo que é a vida.

Os principais motivos para o atraso escolar também estão incluídos nessas duas categorias: a necessidade de trabalhar e a incapacidade de acompanhar as imposições da idade e do currículo. Mais uma vez, o trabalho surge não como um projeto de vida promissor, mas como um lugar para onde se corre, fugindo de um ambiente que lhe causa atrasos. Esse ambiente é o lugar onde supostamente se busca o conhecimento. Porém, não se trata de um conhecimento que enobrece os que o procuram; pelo contrário, o sistema único e pré-moldado, que adota a padronização idade/série, exclui aqueles que não se adequam a ele. Tem-se então um dilema: a educação para um melhor lugar no mercado de trabalho promete crescimento, mas no processo, preocupa-se em selecionar os que se amoldaram ao sistema. Sair da escola é desqualificar-se para o mercado, e este só pode ser conquistado pela sujeição às exigências do padrão único educacional que desconsidera as aptidões e a individualidade dos que buscam o crescimento. No final das contas, a meta não é o trabalho nem a educação, mas o sistema.

Não satisfeito com seu fracasso, esse modelo recomenda a si mesmo como o único modo digno de aprender. Isso se revela no dado que mais chama a atenção: a evasão escolar. Não é sem razão: a desculpa da “evasão escolar” é usada para convencer a população da necessidade de matricular as crianças na escola. Embora não haja correlação alguma entre evasão escolar e o nível de educação no país, esse argumento é usado com fins publicitários que se utilizam do engano para ludibriar a maioria das pessoas, com o discurso de que a educação escolar compulsória é o remédio para as todas as mazelas. Isso é um tremendo paradoxo. Se a escola vai mal, outras formas de educar devem ser oferecidas e a escolha que mais der certo mostrará o melhor caminho para a educação no Brasil. No seu argumento em defesa da liberdade, Friedrich A. Hayek traz uma solução que se adequa à realidade:

"O máximo que podemos fazer é aumentar as possibilidades de que certa combinação de dons individuais e de circunstâncias leve à criação de algum novo instrumento ou ao aperfeiçoamento de um instrumento antigo, e melhorar a perspectiva de que tais inovações se tornem rapidamente conhecidas por aqueles que podem beneficiar-se delas."

Sem incentivo ao conhecimento e com prejuízo ao trabalho, a escola de hoje assume um lugar que não é seu: o lugar da família na construção das relações sociais. Como a socialização não pode ser aferida por dados, ela se torna a razão irrefutável de sua existência. A socialização escolar é mais uma falácia usada pelo Estado que visa preparar as pessoas para fazerem parte do seu sistema único, que combate o pensamento livre e a livre iniciativa, e que não tolera o diferente.

SOCIALIZAÇÃO ESCOLAR: UM PREPARO PARA A VIDA?
Uma das principais premissas do sistema educacional escolar é que as crianças precisam se preparar para a vida em sociedade. Sobre essa afirmação foram construídas teorias e elaborados meios para se atingir esse ideal. Os intelectuais e as escolas institucionalizadas integram as colunas desse pensamento e práxis.

Émile Durkheim, sociólogo francês que trouxe a obrigatoriedade escolar para crianças de 6 a 13 anos na França e a proibição do ensino religioso nas escolas públicas, desenvolveu a teoria de que o objetivo final da educação é a formação de pessoas que atuarão no espaço público. Para ele, a consciência individual é formada pela sociedade e a escola é o lugar para essa construção do ser social. "O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. E não poderá sabê-lo sem ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada”, afirmou. Os ideais republicanos da educação pública, dominada pelo Estado, e laica foram postos em boa parte por Durkheim (Ferrari).
Essa socialização concentra seus esforços apenas na capacidade de atuar na esfera pública, secular e econômica. A socialização e a presença na escola, portanto, confundiram-se, tornando-se mutuamente dependentes e este conceito está profundamente enraizado no pensamento do brasileiro. É preciso esclarecer, no entanto, que antes da existência da escola, a sociedade já estava estabelecida, e antes das sociedades, estavam as famílias.

Mudanças na concepção da socialização


Resultado de imagem para alunos brigandoEntre o final do século 18 e o início do 19, o espírito nacionalista na Alemanha foi impulsionado após a derrota sofrida por Napoleão, em 1806. O filósofo alemão Fichte foi o primeiro a idealizar o modelo de escola gratuita e compulsória. Ele atribuiu a derrota alemã ao enfraquecimento da identidade nacional. Sua crítica foi que a Alemanha havia se tornado individualista e perdido o senso de comunidade que outrora fizera com que seus compatriotas sacrificassem o próprio bem-estar por amor à nação. Para ele, o pensamento livre do indivíduo e a sua liberdade de escolher de que modo conduziria sua formação foram as grandes falhas da educação tradicional. “Devo responder que esse reconhecimento e confiança no livre-arbítrio do aluno é o primeiro erro do antigo sistema”, disse. Esse modelo não atendia aos ideais de uma nação soberana. Foi quando o governo passou a decidir o que era melhor para o indivíduo, pois possuía a prerrogativa de lutar pelo bem comum (Hicks).
Sua ideia era condicionar as crianças para responderem aos ideais nacionalistas, forçando-as a sair da sua comunidade (famílias) para ocuparem o espaço onde aprenderiam a amar os outros, amar a nação, mais do que a elas mesmas. Foi assim que começou a escola gratuita e compulsório que hoje é chamada de lugar ideal para a socialização. O curioso é que esse projeto visava justamente o contrário da socialização. "É essencial", insistiu Fichte, "que desde o início o aluno deve estar contínua e completamente sob a influência dessa educação, e deve ser separado da comunidade e impedido de entrar em contato com ela".
Há claramente um tipo específico de socialização que a escola pretendia para as crianças: uma socialização para defender os interesses do Estado. O ensino tradicional visava fortalecer a identidade familiar e cultural, e por isso Fichte chegou ao ponto de dizer que a influência familiar era corruptora, ou seja, atrapalhava os ideais do Estado. Estava ali a sociedade ideal que mais tarde seria explorada por Marx. A escola ideal seria o ambiente utópico no qual todos poderiam cultivar o bem. A comunidade familiar era a vilã nesse processo, perpetuando tradições e valores individualistas que enfraqueciam o poder do Estado benevolente.
Essa concepção de socialização em massa mais tarde apareceria no Manifesto do Partido Comunista de 1848: "...o comunismo quer abolir as verdades eternas, quer acabar com a religião e toda a moralidade... [Os Comunistas] declaram abertamente que seus fins só podem ser alcançados pela derrubada violenta de todas as condições sociais existentes". Fica claro que para cumprir esse intento, far-se-ia necessário o rompimento compulsório das relações familiares para que apenas um espaço social fosse explorado com o fim de impor uma visão de mundo única e totalitária. Logo, aquilo pelo qual dizem batalhar é de fato o que eles querem matar: a diversidade social, o respeito pelas diferenças. A promessa é formar um grande família às custas da morte da família nuclear (Kuby).
A escola surgiu para buscar um ideal de governo, e não de um convívio em que se aprende com o diferente. Isso pode ser visto na padronização do pensamento que é conseguido à custa da liberdade. Para atingir esses objetivos, seria necessário o isolamento, a segregação por idade, a gratuidade e compulsoriedade da educação controlada pelo governo. Mas o preço pela gratuidade custou a liberdade das famílias. E essa tem sido uma das heranças malditas da institucionalização do ensino. O Estado, esse ser impessoal e poderoso, age supostamente em nome do bem através da educação. O professor americano John Taylor Gatto resumiu esse pensamento: “Nosso problema na compreensão da escolaridade obrigatória tem sua origem num fato inoportuno: o dano que faz desde uma perspectiva humana, é um bem desde uma perspectiva do sistema” (Lew Rockwell, 2010). A retirada do ambiente social foi a ideia central que norteou a formação da escola.
“É preciso uma aldeia para educar uma criança”, dizem os que defendem que a formação da criança deve ser feita fora de casa, nos espaços públicos. A aldeia, nos dias de hoje, ganhou contornos urbanos, com luzes incandescentes e imensos muros que em nada se assemelham às aldeias tribais cujo centro do saber estava na liderança máxima do clã. A aldeia se transformou num orfanato imenso, cercado por muros e equipados com sirenes, que segue padrões rígidos de horário. O que era para ser um espaço de convivência hoje é a mais pura negação do seu propósito. O que costumava ser um orfanato, lugar para crianças que esperavam a adoção, hoje se chama escola, um lugar para onde as famílias devem obrigatoriamente entregar as suas crianças aos cuidados frios de um Estado que mal sabe resolver seus próprios problemas.
Os defensores do modelo atual declaram que outras formas de educar, que por muito tempo foram e são ainda hoje praticadas com muito sucesso, não somente são insuficientes, como são danosas à vida em comunidade, e que, quando a família prioriza a transmissão de valores e tradições está sendo, na realidade, o pior inimigo da criança.
Sabe-se agora o que motiva aqueles que impõem a escolarização obrigatória: a hegemonia de pensamento e o controle do indivíduo, reduzindo sua vida a relatórios anuais usados para determinar quem são e como serão aceitos na sociedade. Isso não é socialização, é exclusão.
O argumento da socialização não é sobre as habilidades sociais da crianças. Crianças educadas em casa têm muito mais contato com pessoas, numa diversidade de idades, credos, sexo e cor, porque transitam por toda a parte, conversam e descobrem o mundo tal como ele é. A questão da socialização é querer que o governo dê forma às crianças. O medo do que os pais podem ensinar aos filhos em casa é a verdadeira preocupação do Estado que proíbe a educação familiar.
Continua...
Adna S Barbosa.

Originalmente publicado em

Feminina: Socialização escolar: a socialização que não deu certo [Parte 1]

domingo, 3 de fevereiro de 2019

HOMESCHOOLING - PORQUE TANTAS CRÍTICAS?

Com a posse do novo presidente (Bolsonaro), surge a nível nacional uma discussão sobre as mudanças que estão ocorrendo... Entre essas mudanças, um dos assuntos que tem dividido a opinião pública é a questão da educação, isto porque se apresentam mudanças que são favoráveis à prática do chamado "homeschooling" ou "Educação Domiciliar", situação em que os pais ensinam suas crianças em seus próprios lares, não as enviando para a escola.
Embora tal prática seja comum em muitos países, e no Brasil, ainda que na clandestinidade, seja adotada por mais de 7.500 famílias, só agora, que o atual presidente se mostrou favorável, o povo ─ na maior parte ignorantes sobre o assunto ─ tem se lançado a tecer críticas, e das mais abjetas possíveis, sobre a prática do homeschooling.
Esse mesmo populacho que hoje tece tais críticas, nada falou quando o sistema educacional brasileiro deixou de ensinar sobre Moral, Civismo, Religião, Patriotismo e outras disciplinas que faziam da escola um lugar decente, onde as crianças aprendiam a respeitar e obedecer os pais e os mais velhos, quando aprendiam a reconhecer e respeitar a autoridade em todo e qualquer lugar. Quando na escola, assim como em casa, se podia ensinar a justiça - onde o bom é recompensado e o mau é punido e corrigido.
Quando disciplinas como Educação Moral e Cívica, Organização Social e Política do Brasil (OSPB), Técnicas para o Trabalho e Ensino Religioso foram extintas, onde estavam os críticos ignóbeis de agora?
Quando o governo criou leis que impediam que a criança fosse corrigida ou punida, onde estavam os críticos?
Quando a escola deixou de ensinar assuntos condizentes com a nossa realidade, trazendo para dentro da sala de aula festividades estrangeiras como o Halloween (dia das bruxas), quando começou a aberração da assim chamada ideologia de gênero, onde estavam? Desses que hoje criticam, certamente a maioria é daqueles pais que não estão preocupados com o tipo de pessoa que seus filhos se tornarão, pois o que querem é ficar comodamente tratando de seus assuntos, delegando a educação de seus filhos, que é obrigação dos pais desde os primórdios da civilização, para terceiros, sem sequer acompanhar o andamento da aprendizagem e do comportamento de seus filhos.
Não é à toa que vimos, nos últimos 16 anos de governo, ladrões, corruptos, verdadeiros pulhas, em posição de autoridade sem, no entanto, ter autoridade para o papel que desempenhavam... Como pode um presidente sem educação mudar a ortografia brasileira, e ainda ser reconhecido na Academia Brasileira de Letras? Isso não é piada? Não, foi realidade! Lula, um completo ignorante, cercado de pulhas, fez isso... Depois veio a Dilma, com suas colocações no mínimo estapafúrdias e estúpidas... Mas o povo, tão acostumado à vileza de seus governantes, à pauperridade de seu sistema educacional, agora estranha e critica quando alguém se põe a colocar o trem novamente nos trilhos.
E para aqueles que acham que a educação domiciliar é algo "novo", deixo a frase do Rei Salomão, o homem mais sábio que já existiu, registrada no livro de Provérbios, no capítulo 1, e no versículo 8:
"Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe," (Provérbios 1:8)
Para quem não sabe, acredita-se tradicionalmente que a compilação inicial de Provérbios tenha ocorrido durante o reinado de Salomão em Jerusalém, entre 1015 a.C. e 975 a.C.
Ora, a instrução "do pai" e o "ensinamento da mãe" são, para o bom entendedor, e que sabe interpretar corretamente o texto, um claro indício de que a educação é, de fato, dada em casa - e não na escola.



Isso por si só já basta para calar os falastrões de plantão.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

No meio dos Lobos

Leitura:

“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas”.
Mateus 10:16

“Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.”
Lucas 10:3

“Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa.”
João 10:12

       Quando o SENHOR JESUS fez a declaração registrada em MT. 10:16, ELE bem sabia em que “meio social” os discípulos iriam estar vivendo. JESUS bem sabia qual a “natureza” do homem. Assim que, de maneira muito “natural” JESUS disse aos Seus discípulos que estariam no “meio de lobos”, e que, por essa razão, deveriam ser “prudentes como as serpentes”, porém “símplices como as pombas”. Vamos entender nas próximas linhas, as implicações de se estar “em meio a lobos”, e também “quem são os lobos” contra os quais JESUS adverte os Seus seguidores.

AT. 20:29-30
Aqui o apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, faz um alerta à Igreja, afirmando que iriam entrar no meio dos cristãos “lobos cruéis”, que “não perdoariam o rebanho”. Ele identifica esses “lobos” como sendo “homens que falam coisas perversas, para atraírem discípulos após si”.

JO. 10:12
Aqui o próprio JESUS afirma que o “lobo” arrebata e “dispersa” as ovelhas (Ler EZ. 34:31). Mas ele (o lobo) só tem êxito em dispersar as ovelhas quando quem “cuida” delas é um “mercenário” e não um pastor.

Neste momento torna-se relevante conhecermos as características de um lobo (animal), a fim de podermos identificar os “homens-lobo” citados por JESUS.

O LOBO

O lobo é um animal “selvagem”. Isso significa que ele é “cruel”, “violento”, “mau”, “sem piedade”, “perverso”. Será que há alguma semelhança com os homens de nosso tempo?

O lobo é “oportunista”. Isso significa que eles, como animais carnívoros, não desperdiçam uma oportunidade de “forrar seus estômagos”. Mesmo que isso signifique devorar outros de sua própria espécie.

O lobo, nas palavra de JESUS, dispersa as ovelhas (JO. 10:12). Por que motivo “o lobo quer a ovelha distanciada de seu rebanho”? Ao contrário do pastor que procura reunir as suas ovelhas formando um só rebanho (JO. 10:16), o lobo quer cada ovelha “separada”, “sozinha”, afastada do rebanho. E por que razão? O lobo sabe que, sozinha, a ovelha é uma presa fácil. Enquanto está no meio do rebanho, guardada por seu pastor, a ovelha está segura ─ SL. 23:1-6). Porém, quando ela “se isola do rebanho”, torna-se presa das “feras do campo” – conforme EZ. 34:5,8. O lobo “arrebata e dispersa” as ovelhas, para “devorá-las”, e para que elas sejam devoradas pelas “feras” do campo…

Se tomarmos o rebanho por “Igreja”, e o campo pelo “mundo”, então precisamos ter aqui discernimento sobre quem são os lobos…

Os lobos, na Bíblia, assim como os “cães”, são os “maus obreiros”, aqueles que “têm aparência de piedade”, mas negam-na em suas vidas. Vale a pena ler Mateus 7:15…

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.
Mateus 7:15

Resultado de imagem para ovelha entre lobosEm outras palavras, há homens que se arrogam “líderes religiosos”, mas seu único propósito é “devorar”, é espoliar aqueles que os seguem.

Por isso a Palavra de DEUS nos fala para “fugir dos maus obreiros” – FP. 3:2

Em meio a esta geração, onde os homens têm se tornado escravos de Mamon (o deus das riquezas), é preciso nos rendermos ao Evangelho de CRISTO, fazendo dos bens, “sementes” e “recursos” a fim de que outros conheçam a CRISTO.

E você? Está fugindo dos lobos? Ou está sendo devorado(a) por eles?

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A Educação Domiciliar vista da perspectiva Bíblica

As famílias que praticam a Educação Domiciliar espera ansiosa o julgamento, pelo STF, da questão da Educação Domiciliar no Brasil, que ações tomar face ao cada vez maior número de famílias que estão tirando seus filhos da escola para proporcionar-lhes a instrução "em casa". Atualmente, embora aproximadamente 7.500 famílias tenham optado por fazê-lo, a maioria da população brasileira ainda desconhece o tema. Esse desconhecimento tem trazido muita confusão e causado muito incômodo às famílias ditas "homeschoolers" (é o termo que define famílias que educam seus filhos em casa, não os enviando para a escola), pois antes do SOBRESTAMENTO (Documento oficial do STF que suspendeu todos os processos envolvendo a educação domiciliar, proibindo qualquer novo processo enquanto a questão não for definida), muitas famílias foram levadas diante dos tribunais por haver escolhido dar o melhor para seus filhos: uma educação de qualidade e de acordo com as especificidades cognitivas e de personalidade de suas crianças.

Para os verdadeiros cristãos que encontram-se ainda duvidosos, quero aqui expor a Educação Domiciliar (Homeschooling, como é chamada) da perspectiva bíblica...

Para melhor avaliação do assunto, vou colocar aqui algumas questões nas quais peço que você reflita…

01. Para que propósito as crianças são geradas? Acredita que seja apenas para a “propagação da espécie humana”?

02. Qual é o propósito Divino no nascimento de cada criança que vem ao mundo?

03. Quem é o responsável – diante de DEUS – em tornar conhecido da criança o propósito de sua existência no mundo?

04. Finalmente, quem é responsável pela educação de seu(sua) filho(a)?

A despeito de qual seja sua opinião sobre essas questões, precisamos saber o que DEUS nos fala em Sua Palavra (Bíblia Sagrada) sobre elas.

       O objetivo (Divino) na geração dos filhos

       A despeito do fato de que a teoria da evolução esteja sendo ensinada em larga escala nas escolas de nosso país, o Universo foi Criado por DEUS (GN. 1:1; JO. 1:10; CL. 1:16), logo, há um propósito para todas as coisas que vieram à existir. O mesmo acontece com o ser humano.

       De acordo com o relato de Gênesis 1:26,27, CRISTO criou o homem “à Sua imagem, conforme a Sua semelhança”. Essa peculiaridade da formação do homem (GN. 2:7) revela o propósito de DEUS ao criar o homem. DEUS criou a humanidade com o objetivo de não apenas “morar entre os homens” (Êxodo 25:8), mas também de “habitar, morar dentro dos homens” (João 14:23; 1 Coríntios 3:16; 2 Coríntios 6:16; Hebreus 3:6; 1 Pedro 2:5 e referências).

       DEUS também colocou o homem no Planeta Terra (e não em qualquer outro – Salmo 115:16), com o propósito de que “enchesse a Terra com uma semente piedosa” (Malaquias 2:15a).

       O Salmo 127:3 afirma: “Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre, o seu galardão.”

       Isso significa que os filhos são um “presente de DEUS”, uma dádiva para nós; porém não nos pertencem, porque ao mesmo tempo são o “galardão do SENHOR”, ou seja, aquilo que um dia teremos que apresentar novamente a DEUS.

       Ao dar filhos ao homem, DEUS quer que os filhos sejam criados na Sua doutrina e conselho :

       “E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” (Efésios 6:4)

       Em outras palavras, os pais (e não o Estado, nem a Escola) são responsáveis diante de DEUS em criar os filhos dentro dos preceitos das Sagradas Escrituras, conforme também nos adverte Deuteronômio 6:6,7. No Novo Testamento, quando instrui os santos sobre os cuidados com as mulheres viúvas, Paulo, escrevendo à Timóteo, diz que deve ser verificado se a mulher “criou os filhos” – 1 Timóteo 5:4, 9, 10, 14, e quanto ao lar cristão, a Palavra de DEUS nos fala que o homem de DEUS, deve cuidar de sua própria casa, tendo os filhos em sujeição (mantendo-os obedientes) – 1 Timóteo 3:4.

       É preciso que compreendamos que somos os responsáveis por cuidar de nossos filhos, corrigindo-os quando necessário, fazendo uso da vara, porque a obediência à Palavra de DEUS traz para nossa realidade o sobrenatural espiritual de DEUS. A Bíblia nos diz que:

       “Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.”
       (Provérbios 23:13-14)

       Claro que a sociedade no meio da qual nos movemos, não admite a questão da disciplina, da correção com vara, aliás, não admite qualquer castigo sobre as crianças, muito menos que nós, pais comprometidos com CRISTO, eduquemos nossos filhos dentro de nossas casas. Não poderia ser diferente, já que a Palavra de DEUS nos afirma que o mundo inteiro jaz no maligno (1 João 5:19).

       Querido(a), a sociedade do mundo onde vivemos é contrária à Palavra de DEUS. Por isso faz questão de “separar os filhos do ambiente familiar, mantendo-os o maior tempo possível fora de casa, a fim de contaminar a mente de nossas crianças com a filosofia demoníaca dessa geração”. A Palavra de DEUS nos afirma que “a criança entregue à si mesma, envergonha sua mãe” – Provérbios 29:15. No Brasil temos um estatuto denominado de E.C.A. (Estatuto da Criança e do Adolescente), no qual a criança fica entregue a si mesma, sendo-lhe conferido status de adulto, quando lhe dão o máximo de direitos e o mínimo de deveres. Aliás, temos também no Brasil a chamada “Lei da Palmada” que é totalmente contrária ao que DEUS nos ordena em Sua Palavra, pois expressa o seguinte:

“A criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los.” LEI Nº 13.010, DE 26 DE JUNHO DE 2014.

       Essa questão vem antes mesmo da questão da Educação Domiciliar, porque nossa natureza adâmica é má desde nossa meninice (Gênesis 8:21). A criança que nasce, já nasce propensa para o mal, pois tem a natureza da serpente (diabo) dentro dela… Por isso precisa ser corrigida e disciplinada. E nessa ação de correção, a Bíblia nos ordena empregar o “castigo físico”, o “uso da vara”… Certamente que esse mandamento não é aceito pela sociedade, pois a lei acima exposta mostra que a sociedade (na verdade o diabo) não quer que nossos filhos sejam criados para DEUS, satanás quer que nossos filhos sejam criados “para o mundo”.

       Portanto, não espere que a sociedade lhe seja favorável! Você precisa “posicionar-se diante de DEUS e da Sua Palavra”… Que tipo de pessoa você é? Ou você é um cristão, e vive segundo os padrões da Palavra de DEUS, ou você é escravo do Diabo, vivendo segundo os padrões do mundo! Não há “meio-termo”!

       Nas escolas do país, salvo algumas exceções onde o ensino religioso faz parte do currículo escolar (o que não significa ensinamento cristão, e sim “religioso”), é vetado ao professor ensinar a criação na sala de aula, já que todos os livros afirmam que o homem é o produto de uma “evolução”. O evolucionismo, e não o criacionismo é ensinado nas escolas, onde, aliás, é proibida qualquer manifestação de fé por parte do professor. A sala de aula, afirmam, não é lugar para se falar em DEUS. Ora, que tipo de educação você espera que sua criança receba em um ambiente do qual DEUS foi excluído?

       Sob a desculpa de que “O Estado é Laico” (não religioso), DEUS foi excluído do sistema educacional brasileiro. E não apenas isto, mas eu desafio você a encontrar, em um dicionário impresso, o nome JESUS CRISTO!

       JESUS CRISTO é real! Nossa história está dividida em a.C. e d.C. (antes de Cristo e depois de Cristo)… ELE É um personagem histórico! Então, porque não encontramos ainda que uma breve biografia sobre ele nos dicionários atuais?

       Reflita… Posicione-se! Não abandone sua fé, nem abandone sua criança nas garras de uma sociedade anticristã! Seja você também um pai/uma mãe que escolheu dar para seu filho ou sua filha a educação que DEUS quer que ele/ela receba!

       Você é o(a) responsável pela alma de sua criança… A quem você vai endereçá-la? Quem vai orientar a forma como criará seu filho ou sua filha? A Palavra de DEUS ou a sociedade do diabo?


domingo, 3 de junho de 2018

CONVOCAÇÃO PARA OS FILHOS DE DEUS

Leituras:

  • JL. 2:1, 11-17; EZ. 22:30; 14:13; LM. 4:1; JR. 51:6-9 – AP. 17, 18
  • JR. 48:11 2 CR. 7:14; JR. 29:7; RM. 8:19; DN. 2:20-22 – 2 CO. 10:3-6

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E procurai a paz da cidade, para onde vos fiz transportar, e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz.” (JR. 29:7)

Santificai um jejum, apregoai um dia de proibição, congregai os anciãos, e todos os moradores desta terra, na casa do SENHOR vosso DEUS, e clamai ao SENHOR.” (JL. 1:14)

Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai os filhinhos, e os que mamam:..” (JL. 2:16)

Então o SENHOR terá zelo da sua terra, e se compadecerá do seu povo.” (JL. 2:18)

Agora pois, ó SENHOR, ... concede aos Teus servos que falem com toda a ousadia a Tua Palavra; Enquanto estendes a Tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome do Teu santo Filho JESUS, E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO, e anunciavam com ousadia a Palavra de DEUS.” (AT. 4:29-31)

E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o SENHOR, e confirmando a Palavra com os sinais que se seguiram. Amém.” (MC. 16:20).

E busquei entre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei.

(EZ. 22:30)

De acordo com os citados, convocamos o povo de DEUS desta cidade, a clamarem continuamente diante do Seu Trono, pelos seguintes objetivos:

  • O “valente” (Satanás) seja amarrado;
  • A “igreja de JESUS CRISTO” (MT. 16:18), seja edificada de acordo com o propósito e vontade de DEUS (EF. 2:20-22; 1 PE. 2:5; 1 TM. 3:15; HB. 3:6);
  • O SENHOR conceda aos Seus servos que falem com toda a ousadia a Sua Palavra, enquanto o SENHOR estende a Sua mão para que se façam sinais e prodígios pelo Nome de Seu Filho JESUS CRISTO;
  • O ESPÍRITO SANTO seja derramado sobre esta cidade, e que venha um avivamento entre o povo de DEUS de uma forma geral, rompendo as barreiras e se voltando para a Palavra do SENHOR;
  • Que a Palavra de DEUS prevaleça e que o Nome de JESUS CRISTO seja engrandecido nesta cidade;
  • Que o inimigo seja derrotado, que toda a barreira e toda a “divisão”, que são obras do Diabo (TG. 3:14-16; GL. 5:19-21; 1 CO. 1:10,13; 3:1-4; 12:25,27; JO. 11:51,52; JD. 19), entre o povo de DEUS, seja derrubada, a fim de que o SENHOR possa obter, nesta cidade, a Sua expressão, a expressão da unidade do Seu Corpo, a “igreja”.
  • Que o SENHOR levante, nesta cidade, um poderoso exército para marchar contra o inimigo, e encontre um povo disposto a cooperar com ELE (O SENHOR), em oração e súplicas por esta cidade, a fim de que o SENHOR agregue a Si o Seu rebanho.

Caro(a) Irmã(o):

O nosso inimigo comum (Satanás), é o único interessado em dividir o povo de DEUS, pois JESUS declarou que “...toda casa dividida contra si mesma cairá, e todo o reino dividido contra si mesmo não subsistirá.” Portanto, amado(a), é necessário que nos unamos em oração intercedendo por esta cidade, como os próprios textos das Escrituras já citados nos mostram.

Se você é temente à DEUS, se ama verdadeiramente à JESUS CRISTO, junte-se a nós, como um(a) filho(a) de DEUS, num propósito único de oração, intercedendo por esta cidade. Assuma, de fato, um compromisso com DEUS, com JESUS CRISTO, e se dispondo, diante do SENHOR JESUS, a ser um cooperador com ELE, para que CRISTO faça, nesta cidade, o Seu querer.

Irmã(o), vamos vencer juntos o inimigo! Vamos nos colocar juntos diante de DEUS, e vamos, junto com muitos outros irmãos fazer tremer as portas do inferno e ver DEUS operar em nosso meio!