terça-feira, 16 de agosto de 2016

ERA MARX SATANISTA?


ESCRITO POR EDITORIA MSM    | 30 JUNHO 2006   
ARQUIVO


por  Norma Braga


As duas histórias de Karl Marx – a de sua vida e a de suas idéias – são reveladoras do quanto marxismo e demonismo se entralaçam inequivocamente.

Segundo Richard Wurmbrand, autor de Marx & Satan ("Era Karl Marx um satanista?"), Karl Marx não visava em primeiro lugar a tão propalada igualdade comunista, mas sim a destituição de Deus de seu lugar na sociedade e no coração das pessoas. A julgar por uma das mais eficientes devastações que o comunismo empreendeu onde quer que fosse implantado - a da fé (conforme as histórias da Rússia, da Coréia do Norte, da Albânia, da China, de Cuba etc.) - , isso não parece tão longe da verdade. De fato, todas as expressões concretas do comunismo, além de não cumprirem com o que prometiam, combateram a religiosidade de modo tão eficaz que engendraram um povo descrente ou alienado da transcendência divina, além de uma cruel perseguição aos fiéis remanescentes.

Porém, não apenas os resultados diretos da implantação de regimes comunistas atestam a centralidade do combate à fé. Muitos aspectos da vida de Marx demonstram uma consciente intenção de opor-se a Deus e uma direta influência demoníaca, desde sua juventude. O que impulsionou Marx para o comunismo não foi uma inclinação altruísta, conforme reza a lenda. É o que explica Wurmbrand: "Não há evidências para a crença de que Marx mantinha nobres ideais com relação à humanidade e teria adotado uma postura anti-religiosa por ter visto a religião como obstáculo a esses ideais. Do contrário, Marx odiava qualquer noção de Deus ou deuses e estava determinado a ser o homem que ia tirar Deus do cenário - tudo isso antes de abraçar o socialismo, que seria apenas a isca para que proletários e intelectuais adotassem para si esse intento demoníaco." Uma das evidências disso é que o primeiro mestre comunista de Marx, Moses Hess, era também satanista.

Um de seus biógrafos, Robert Payne, endossa as afirmações de Wurmbrand ao mencionar um conto infantil inventado por Marx, relatado por sua filha Eleanor: a história interminável de Röckle, um mago infeliz que vendia relutantemente seus brinquedos ao diabo por ter feito um pacto com ele.  Diz Payne: "Sem dúvida essas historietas sem fim eram autobiográficas. Marx tinha a visão do Diabo sobre o mundo, e a mesma malignidade. Às vezes parecia saber que cumpria tarefas do mal."

Impressiona o fato de não se achar em suas cartas a Engels expressões do desejo de justiça social, mas sim preocupações com dinheiro (Engels o sustentava) e com heranças vindouras, acompanhadas de linguagem obscena e maldosas referências à morte iminente de parentes ricos - um tio que ele chama de "cão velho", por exemplo, cujo falecimento é finalmente celebrado pelos dois correspondentes. A mesma frieza é percebida no modo sucinto como relata a Engels a morte da mãe: "Chegou um telegrama há duas horas dizendo que minha mãe morreu. O Destino precisou levar um membro da família. Eu mesmo estou com um pé no túmulo. Pelas circunstâncias, sou mais necessário que a velha mulher. Preciso ir a Trier para ver a herança." É de se notar especialmente esse tom de quem se refere a uma instância superior de decisão - não Deus, mas o Destino - atribuindo-lhe ares de sabedoria cósmica ("sou mais necessário").

Quando novo, suas cartas ao pai já atestavam que, embora tivesse recebido educação cristã, afastara-se resolutamente da fé. Escreveu: "Uma cortina caiu. Meu santo dos santos foi partido ao meio e novos deuses tiveram de ser instalados ali." Enviou-lhe como presente de aniversário poemas de teor bastante anti-religioso:

Por ter descoberto o altíssimo

E por ter encontrado maiores profundezas através da meditação

Sou grande como Deus; envolvo-me em trevas como Ele

Perdi o céu, disto estou certo

Minha alma, antes fiel a Deus,

Está marcada para o inferno

Seu companheiro Mikhail Bakunin, com quem criou a primeira Internacional Comunista, escreveu loas a Satanás de modo flagrante, vinculando-o estreitamente aos objetivos comunistas: "O Supremo Mal é a revolta satânica contra a autoridade divina, revolta em que podemos ver o germe fecundo de todas as emancipações humanas, da revolução. Socialistas se reconhecem pelas palavras 'No nome daquele a quem um grande erro foi feito'.""Satanás [é] o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento."

"Nessa revolução deveremos acordar o Diabo nas pessoas, estimular nelas as paixões mais vis. Nossa missão é destruir, não edificar. A paixão da destruição é uma paixão criativa ."

A positivação do Diabo como o libertador do homem – que, tal como Prometeu, teria contribuído diretamente para que acedêssemos ao conhecimento que o próprio Deus nos negara – parece ter criado raízes na intelectualidade universitária, de tal forma que esta já é noção comum em alguns círculos. No entanto, é interessante notar que esse "Satanás Prometeu", indissociável dos primórdios do comunismo, não passa de um erro teológico grave, que deixa de considerar que a árvore do fruto proibido não portava o conhecimento tout court, a ciência, mas sim (e basta checar Gênesis 2:17 para confirmá-lo) o conhecimento do bem e do mal. A bela lição judaica desse excerto bíblico é que, ao fazer a escolha de conhecer o bem e o mal sem a permissão (logo, a ascendência) de Deus, o homem não consegue se dominar e praticar sempre o bem – ensinamento que traz luzes inequívocas para a relação entre transcendência e moralidade. Sobre isso, é patente a profundidade no tratamento do tema do mal na obra da filósofa judia Hannah Arendt, A condição humana, e do romancista cristão Dostoiévsky, com sua aguda consciência de que, sem Deus, "tudo é permitido". Se é difícil, diante disso, evitar a conclusão de que o esquerdismo se imiscuiu na vida acadêmica portando em si toda a pulsão destrutiva anticristã que hoje caracteriza o meio, menos ainda se pode mascarar a associação dessa revolta contra Deus, presente nos escritos de Bakunin e Marx, à ausência de freios morais que caracterizou todos os regimes comunistas de que se teve notícia.

A vida de Marx é recheada de comportamentos inadmissíveis e acontecimentos trágicos, assim como ocorre com todos os que se envolvem de perto com o demônio. Vivia às custas de Engels e da herança de parentes, embora pudesse se sustentar com seu conhecimento de línguas e a formação especializada, um doutorado em filosofia. Sua esposa abandonou-o duas vezes, voltando sempre, e ele sequer compareceu a seu funeral. Três de seus filhos pequenos morreram de desnutrição, sendo que pelo menos um deles, segundo a própria esposa de Marx, foi vítima dos descuidos do marido com relação ao sustento da família. Tivera ainda um filho com a empregada, negado e tratado como se fosse de Engels - que revelou o engodo em seu leito de morte a uma das filhas de Marx, com a preocupação de que ela não endeusasse o pai. Tinha, com essa, três filhas, que morreram novas: duas delas, do cumprimento de pactos de suicídio com os maridos (um deles se arrependeu e não cumpriu o ato). Os livros que escreveu, além de trazer uma linguagem vociferante de ódio, vinham recheados de dados inventados e citações falsas de autores como W.E. Gladstone e Adam Smith - distorções consideradas intencionais por pesquisadores de Cambridge, não fruto de displicência. Era dado a bebedeiras e irascível muito além do limite da tolerância: perdia amizades facilmente. Pessoas de sua convivência lhe atribuíram diversas vezes o epíteto "ditador" e um coração rancoroso. O próprio Bakunin no final declara: "Marx não acredita em Deus mas acredita bastante em si mesmo e faz todo mundo o servir. Seu coração não é cheio de amor, mas de rancor, e ele tem muito pouca simpatia pela raça humana." Fiel ao sábio princípio de não separar o pensamento do autor de sua biografia, Paul Johnson comenta de modo dramático as conseqüências da herança marxista na Rússia e na China: "No devido tempo, Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung puseram em prática, numa imensa escala, a violência que Marx trazia em seu íntimo e que transpira em sua obra."

Escrevo sobre Marx e já me vem à mente a história de Stálin contada por sua filha, Svetlana Alliuyeva. Em Vinte cartas a um amigo, ela realiza uma crescente e emocionada catarse ao falar de sua infância e juventude. Presenciou o devastamento de seus entes queridos, alvo das desconfianças obsessivas do pai. Quando não eram assassinados por supostas traições ao regime - parentes próximos, como seus tios, e também amigos íntimos da família -, sucumbiam a gigantescas pressões de morte, seja progressiva (seu irmão alcoólatra) ou imediata (o suicídio de sua mãe aos 30 anos). Na última carta, uma frase sua em especial assusta pela desolação com que constata: "Em torno de meu pai havia uma espécie de círculo negro - todos os que caíam em seu interior pereciam, destruíam-se, desapareciam da vida..." Examinando-se de perto a vida de Karl Marx e o posterior desenvolvimento do marxismo, tem-se a impressão de que o mesmo poderia ser dito dele, sem temor algum de exageros.

Intuindo o quanto a Rússia adotaria seus princípios, pouco antes de morrer Marx manifestava orgulho especial pela recepção de suas obras no país. Décadas mais tarde, o impressionante  slogan soviético "Banir os capitalistas da terra e expulsar Deus do céu" não só confirmaria essa intuição, mas, principalmente, tornaria flagrante a missão do projeto marxista desde estados embrionários: destruir a fé em Deus. Em países como o Brasil, essa anti-religiosidade tem sido amenizada para passar a falsa impressão de um comunismo mais conforme à necessidade humana de transcendência, algo indissociável de nossa cultura. No entanto, as duas histórias de Karl Marx – a de sua vida e a de suas idéias – são reveladoras do quanto marxismo e demonismo se entralaçam inequivocamente. É estudar para saber.


Notas:


Fontes:

 

Alliyueva, Svetlana. Vinte cartas a um amigo: as memórias da filha de Stálin . Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1967.

 

Johnson, Paul. Os intelectuais. Rio de Janeiro, Imago, 1988, capítulo 3, p. 64 a 94.

Wurmbrand, Richard. Marx & Satan. Living Sacrifice Book Co, 1986, capítulo 2, p. 20 a 35.

UNIDOS PODEMOS MAIS - SOU 18 – SOU MANSUR




A questão da escolha de um candidato(a) para cargos eletivos não é, como parece, uma tarefa simples, requer muita atenção e responsabilidade pois o eleito não governará exclusivamente para você e sim para uma coletividade. Uma das características que busco em um postulante ao cargo diz respeito ao quanto que o mesmo se aproxima de um estadista, sem deixar de considerar, claro, sua reputação e caráter.


Todos sabem, ou deveriam saber, que o estadista é um homem de estado,  é aquela pessoa que exerce liderança política com sabedoria e sem limitações partidária. È aquela pessoa que  se preocupa com a próxima geração, contrário ao político comum, que visa exclusivamente a próxima eleição.


Para Maquiavel, a condução do Estado é considerada uma arte, e o estadista, um autêntico artista. Para Maquiavel, assim como para Skinner e Merleau-Ponty, o estadista é adaptável às circunstâncias, harmonizando o próprio comportamento à exigência dos tempos. Sua virtude é a flexibilidade moral, a disposição de fazer o que for necessário para alcançar e perenizar a glória cívica e a grandeza - quer haja boas ou más ações envolvidas - contagiando os cidadãos com essa mesma disposição. O estadista é visto como simulador e manipulador da opinião pública ("a ação acusa mas o resultado escusa"), em uma sociedade acrítica e influenciável pelas aparências, constituída de indivíduos interessados exclusivamente em seu próprio bem estar. Mas a corrupção é vista como perda da virtude pelo conjunto dos cidadãos.


Uma simples comparação de figuras políticas, para ilustrar o acima afirmado, nos leva a considerar o americano Lincoln, que muito se preocupou com o destino das futuras gerações de americanos e na outra ponta o Lula, que sempre direcionou suas ações ( de assistencialismo e conchavos políticos) focado na próxima eleição.


Sendo assim e mantendo meus princípios, não vejo outra candidatura capaz senão aquela composta de Phelipe Mansur e Roberto Apelbaum. Não que sejam estadistas plenos na concepção da palavra, mas são aqueles que mais se aproximam daquilo que vejo como candidato ideal. Reforça ainda a esperança em dias melhores, quando constatamos que Mansur é um administrador nato, que possui sensibilidade social, possui ouvidos atentos as necessidades da população e o pouco que conheci de sua pessoa, deixou claro que, além dos terríveis problemas do presente a serem sanados, tem o foco no futuro.


Vamos torcer para que o presente, com um olho no futuro, a médio e longo prazo, seja pela primeira vez levado à sério neste esplendor de município. Viva Foz...Viva 18... “Unidos podemos mais”.

domingo, 7 de agosto de 2016

Votar, e bem, é necessário

Candidatos definidos e é dada a largada para mais uma caça aos votos do eleitor. Retornam ao palco político os velhos jargões, "eu sou o mais preparado...", "minha experiência...", "a saúde e a educação é minha prioridade...", "vamos colocar Foz no rumo certo...", entre outras folclóricas que surgem do improviso, tudo com o objetivo único de abocanhar o voto do eleitor.

Mas não só os postulantes ao cargo majoritário carregam este formato, os postulantes a uma cadeira na câmara de vereadores, que são centenas, o espetáculo vocábulo é de causar inveja aos grandes escritores mundiais, são criadores de frases de impacto que se tornam pérolas eleitorais e a meta é uma só, convencer o proprietário do voto que o sufrágio deve ser à ele dirigido.

Mas não fica só nisso não, cabos eleitorais com sola de sapato reforçada - a situação exige - ou ainda por meios das redes sociais já apontam quem é o melhor para isso ou aquilo e o fazem apoiados por seus seguidores. Não se reprime aqui tal atitude pois todos os candidatos buscam o apoio daqueles que são os mais populares. 

Buscam também, os mesmos candidatos, apoio das pessoas que possuem audiência satisfatória nas redes tele-visas ou ainda pela imprensa escrita e falada pois são os chamados formadores de opinião e conseguem abocanhar a confiança dos menos preparados. Nos dois casos, há o interesse particular do contratado cuja missão é cuidar do interesse maior do contratante e passado o pleito, somem, e se escondem mais ainda quando o apoio é direcionado para pessoas que venham a causar estragos na administração municipal. Alguém já ouviu ou leu apoiador do prefeito passado pedindo desculpas à população por ter indicado ou trabalhado para a pessoas errada?

Eu, você e todos os eleitores devem estar atentos as manobras políticas que ocorrem neste época. Não se trata de colocar no governo o mais bonito, o mais inteligente, o mais carismático, o mais experiente, etc... Trata-se de colocar no governo aquele que realmente tem projeto para o futuro da cidade, aquele que pelas suas mãos faz com que a saúde seja a menos dolorosa possível para o povo, que a direção dada ao ensino realmente possa construir uma sociedade melhor e neste aspecto, um prédio, por si só, não resolve o problema.

Não existe salvador da pátria, a situação é drástica e ninguém possui uma varinha de condão que com toque de mágica, venha a resolver tudo. Até que me provem o contrário, antes do interesse da coletividade existe o interesse pessoal do candidato e do grupo que o apoiam e o que isso pode representar para a cidade?

Portanto, ainda é cedo, no meu ponto de vista, declarar apoio a este ou aquele candidato. Vamos analisar com carinho fazendo uso exclusivamente de nossas convicções, escolher aquele que achamos melhor para a cidade, desconsiderando o apoio de amigos, conhecidos e principalmente dos famosos pois estes, com certeza levarão sua parte e dane-se o povo pois, "farinha pouca, meu pirão primeiro"... Ótima semana à todos! 

domingo, 31 de julho de 2016

Sou eleitor, quer meu voto?

Foi dada a largada para mais um pleito eleitoral. Nomes e coligações já são estudadas quase que fora dos bastidores, seja para a corrida proporcional ou majoritária. E falando em corrida, nós, pobres mortais, seremos o alvo até os primeiros dias de outubro, depois só em 2018 e assim sendo o momento é para ser aproveitado e como serei alvo de cabos eleitorais - o candidato não fala comigo nem a tiro, não sei a razão - uso meu democrático espaço para fazer pequenas exigências aos que pleiteiam meu voto.

Antes da pequena relação daquilo que vou cobrar de quem postula um cargo eletivo, já adianto aos postulantes que há uma insatisfação grande do povo com os políticos em geral, seja de que partido for, e cabe a cada um me provar não se tratar de um candidato qualquer pois se fosse assim, escolheria meu candidato em um sorteio, já que todos são iguais e esse ou aquele não faria muita diferença.

Em tempo, não esquecer a necessária dose de autenticidade e já alerto, meu faro, na maioria das vezes, consegue distinguir o autêntico do enganador. Vou avaliar meu candidato a prefeito e a vereador baseado nas seguintes premissas:

O que deseja para o futuro de nossa cidade? Não venha com a tradicional ladainha que quer o melhor para a cidade, para os filhos e netos e coisas do gênero, isso é o que todos os eleitores almejam, vamos ver se você é criativo.

Se eleito, qual área do setor público dispensará maior atenção? Antes de dizer que vai trabalhar em prol da saúde, educação e lutar por mais academias a céu aberto, lhe informo estas serão as bandeiras de 99% dos candidatos. Na primeira eleição do Dobrandino lá pelos anos 80, já se utilizava este discurso.

Como vai utilizar as redes sociais e as mídias existentes quanto a divulgação e relacionamento com o cidadão iguacuense.

Caso sua pretensão seja o executivo, como resolver a questão da saúde? Por favor, quero saber qual será o plano a ser implantado, como metodologia, origem dos recursos necessários e forma de equalização receita/despesa.

Qual a origem dos recursos de sua campanha?

Se coligado e eleito, qual será a contrapartida as legendas que contribuíram com a vitória?

Qual sua formação acadêmica e profissional? Neste quesito informo que diploma de administrador, advogado, entre outras profissões, existem aos montes, quero saber de alguma coisa que você criou que pode ser útil para a sociedade.

Se não conseguir se eleger, os votos obtidos vai beneficiar qual candidato? Você sabe e tem ciência que seu esforço pode auxiliar quem não merece estar no poder?

Possui algum projeto necessário em mente?

Para não apertar muito, fico com estes questionamentos. Se não possuir respostas claras para TODAS as indagações citadas, se considere mais um. E sendo mais um, poupe meu tempo, não peça meu voto e nem faça uso dos canais das mídias sociais que frequento. Como cidadão e dentro do meu direito, quero votar consciente em quem realmente pensa na cidade, nos seus habitantes. Amizade é amizade, eleição a parte. E trabalho social  de loga data não significa, necessariamente, capacidade para cargos de tão relevada importância, pense nisso.

Eis uma forma que achei para começar limpar a cidade das velhas raposas. Por uma Foz melhor em todos os quesitos visto pelo lado da realidade e não meros discursos.

Um mau político custa muito caro a população, espero ajudar e acertar na escolha.

Ótimo início de agosto para todos.  

 
 


    

 

 





quarta-feira, 27 de julho de 2016

Ex-travesti, hoje casado e pai, conta testemunho de transformação: “Deus muda a vida de qualquer um”

Por Tiago Chagas -  26 de julho de 2016

Tiago Leite é um ex-travesti que se converteu ao Evangelho e teve sua sexualidade restaurada. Seu testemunho chamou a atenção do programa Profissão Repórter, da TV Globo, que contou parte de sua história em uma de suas edições recentes.

A trajetória em direção à homossexualidade começou na infância de Tiago, que aos 10 anos de idade sofreu abusos sexuais de familiares, sempre com violência e ameaças. Dessa forma, ele foi se habituando com a situação.

Quando optou pela homossexualidade, psicologicamente Tiago já estava bastante fragilizado, o que influenciou em sua decisão e tomar hormônios femininos para transformar sua aparência, além de investir em próteses de silicone para os seios, já que tinha a intenção de viver como um travesti.

Embora fosse bem aceito pela família, Tiago relembra momentos de tristeza de quando era travesti: “Houve várias situações de constrangimento com amizades, relacionamentos amorosos. Eu sentia uma angústia muito grande, um vazio que só poderia ser preenchido por Deus”, afirmou.

Em meio a esse “vazio”, Tiago teve sua atenção atraída pela minissérie bíblica “José do Egito”, veiculada pela TV Record. Acompanhando a história do personagem, ele se impressionou com a forma como Deus agiu na vida do jovem que se tornaria governador do Egito.

“Eu vivia angustiado, não estava feliz por conta de uma forte dependência emocional e triste por causa de desilusões amorosas e decepções com amizades, mas fui assistindo à minissérie e sabendo o que Deus poderia fazer na vida de um homem”, relatou, em entrevista ao Guia-me.

No dia 25 de setembro de 2013, quando a minissérie se encaminhava para os momentos finais, ele vivenciou uma experiência espiritual, sozinho, e decidiu entregar sua vida a Jesus: “Eu ouvi a voz de Deus, muito forte e não resisti. Me entreguei na hora”.

A partir desse momento, sua vida como travesti já não fazia sentido e ele decidiu que era hora de mudar. Em seus relatos, Tiago admite que a minissérie desempenhou importante papel em suas escolhas: “Foi o principal fator que me ajudou a voltar à heterossexualidade: Eu conheci a Jesus por meio dessa minissérie e desde então não quis mais vivenciar a homossexualidade”, contou.

Essa decisão, no entanto, exigiu muito de seu relacionamento com os familiares e amigos, além de obrigá-lo a investir novamente em seu corpo, desta vez, para a retirada das próteses de silicone, um novo corte de cabelo e todo um novo guarda-roupas, com peças masculinas.

A família e os amigos, que sempre o apoiaram, dessa vez não reagiu como ele esperava, e houve momentos de intolerância e desentendimento por sua conversão ao Evangelho e abandono da homossexualidade.

Mesmo assim, Tiago seguiu firme, e mesmo sem frequentar uma igreja, enfrentou as adversidades. Posteriormente, ele procurou uma denominação e aceitou a Jesus publicamente, declarando-o como Seu Senhor e Salvador.

A essa altura, ele já vinha orando a Deus para que encontrasse alguém com quem pudesse se relacionar, e descrevia a mulher de seus sonhos nas orações: queria que fosse alguém despida de preconceitos sobre seu passado.

A resposta à oração de Tiago foi pontual, e ele percebeu isso quando conheceu Aldeneide Bernardo. “Quando eu soube da história dele, fiquei inquieta. E todos os dias, orava por ele, sem nunca tê-lo visto. Foi então que comprei o livro do pastor Joide Miranda [também ex-travesti, já falecido] e mandei de presente para ele, por minha amiga”, disse Aldeneide.

“Marcamos de nos conhecer na minha igreja. Ficamos amigos… o amor foi surgindo. E ele, como um adolescente, foi aprendendo a namorar uma menina. Ele nunca tinha tido uma namorada antes”, acrescentou, frisando que “tudo partiu dele… namorar, noivar e casar”.

Aldeneide ainda pontuou que o compromisso com a doutrina vinha de ambos: “Tivemos santidade no nosso namoro. Só nos conhecemos maritalmente falando, depois do casamento, na nossa lua de mel”.

Profissão Repórter

Tiago teve apenas parte de sua história contada no programa jornalístico da TV Globo, e disse que ficou chateado porque o material gravado foi editado, suprimindo grande parte da história.

No entanto, afirmou que compreende os fatores que podem ter levado a emissora a cortar grande parte da história, afinal, sua conversão e abandono da homossexualidade teve grande influência de uma minissérie da concorrente.

“Eu e Neide estávamos em oração sobre essa questão da edição. Mas foi tudo como Deus quis. Fiquei um pouco triste, mas Deus sabe de todas as coisas”, afirmou.

Aldeneide confirmou que ela e o marido já estavam esperando que a história fosse encurtada. “Tudo o que falamos de Jesus foi cortado, mas já esperávamos isso. Já foi uma surpresa eles terem contado nossa história. O que importa para nós é que Jesus cresça e a gente diminua”, afirmou ela, que deu à luz Valentina, a primeira filha do casal, há quase dois meses.

“O que eu quero deixar para as pessoas que já passaram pelo o que eu passei e querem abandonar a homossexualidade é: busquem a Deus em primeiro lugar e tenham muita força de vontade, porque Deus é por nós, mas nós também temos que fazer a nossa parte. Todos têm que dar a oportunidade para que Deus faça a obra em sua vida. Só assim a pessoa vai encontrar a verdadeira felicidade […] Quando se busca a Deus acima de tudo — não somente quem é homossexual, mas qualquer pessoa — Ele muda a vida de qualquer um e essa pessoa nunca mais será a mesma”, concluiu Tiago.

sábado, 16 de abril de 2016

Com ou sem impeachment, nosso futuro é incerto

Debate aqui, debate acolá, a Dilma tem que sair, a Dilma tem que ficar. Este é o cenário político deste final de semana, cujo desfecho deve ser conhecido amanhã, domingo e fica a grande dúvida, como será a segunda? A situação econômica do Brasil já passou longe daquilo que chamamos de aceitável e a manutenção de Dilma no poder ou sua substituição pelo vice ou ainda uma provável nova eleição, resolverá a questão.

Não se resolve pois quem ocupa a posição de chefia no momento luta desesperadamente para se manter no cargo cuja meta não é o bem estar do povo e sim para a manutenção das benesses que os cofres propiciam aos que lá se encontram.
mais
Como fumaça, a confiança no sistema político brasileiro não existe mais  pois é notório que nossos pseudos-representantes estão mais interessados em defender interesses próprios do que aquilo que satisfaça a sociedade como um todo. É utopia acreditar que o atual ou novo governo vá equacionar o rombo de caixa do dia para a noite, sem esfolar o couro do contribuinte e mantendo-se o atual estado das coisas, tal rombo tende a crescer ainda mais e a conta vai atingir mais ainda quem um dia pode andar de avião.

Podemos começar a pensar em um futuro melhor quando o povo deixar de ser levado pela emoção de um discurso recheado de falsidade e entender que seu voto, em qualquer circunstância, reflete bem ou mal, em toda a nação e não só como um ato falho seu. Deve este mesmo povo estar atento que muita mentira é propagada de ambos os lados, o sentimento de ódio que hoje se propaga entre os brasileiros é maléfico em todos os sentidos e não leva a lugar algum senão a uma condição social muito pior que hoje, se é que isso é possível.

Não existe entendimento, estamos a deriva sem saber qual direção devemos remar e não existe nenhum líder neste amado país que nos dê tal orientação. Brasília tornou-se uma fábrica de ficção onde a necessidade de todos é posta como mera ilustração e os anseios individuais deles, como necessidade absoluta, não se pode assim, esperar por um futuro melhor.

E com tanta incerteza, como vamos acordar após o dilúvio?

Ótimo final de semana a todos e que sejamos mais tolerantes entre nós, pois lá em cima, de uma forma ou outra, eles se ajeitam e bem ajeitados.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Dominando gráficos no Excel

Dominando Gráficos
E lá se vão meio ano que não escrevo nada neste espaço e sendo um blog voltado para a realidade política brasileira, confesso que perdi o entusiasmo em acreditar que um dia as coisas melhorariam, nossos políticos pintam e bordam com nosso dinheiro com um único objetivo, seu interesse! E não me venham com aquela ladainha que o voto muda tudo, o meu e de meia duzia de brasileiros pode mudar sim mas a grande maioria que são os analfabetos políticos, agem como a maioria dos parlamentares, se vendem e dane-se a nação.

Por isso mesmo dediquei meu tempo em outros projetos e no dia da mentira de 2016, lancei um e-book denominado DOMINANDO GRÁFICOS, onde exploramos todas a potencialidade de tal recurso no Excel. Claro que, tendo tempo disponível, vai encontrar exemplos aos montes na grande rede, mas em nenhum deles se explica o que faz determinada propriedade, como alterar e quais seus efeitos.

Procuramos mostrar a técnica na geração de gráficos mas somos incapazes de ensinar aquilo que é próprio de cada um, a criatividade e nosso objetivo é sim, dar os elementos necessários para que sua criatividade de o ar da graça e que possa criar gráficos de extrema qualidade cujo efeito direto será na sua vida profissional.

Quem se interessar pelo produto pode clicar AQUI para ser direcionado à página de vendas. Espero que tal produto seja útil para muita gente.

Até a próxima...