sábado, 24 de setembro de 2016

Currículo de uma candidata – 51.456




Vamos entrar na última semana de campanha política, onde iremos definir os rumos de nossa Foz do Iguaçu para os próximos 4 anos. Naturalmente, a escolha de nossos candidatos se dá através de algumas variáveis, como seu passado, seu trabalho em prol da comunidade, sua honestidade e assim por diante. Neste momento eu te pergunto, o candidato que você pretende votar possui as qualidades a seguir?

Presidente da creche Irmã Ernesta que hoje se chama Nossa Senhora da Conceição;

Fundou, há mais de vinte anos, a UDF que acolhe deficientes físicos com vários projetos, entre eles o basquete sobre cadeiras de rodas;

Que sua mobilização, junto com os empresários e a comunidade, fez com que o Morumbi recebesse uma agência do Sicredi;

É presidente da capela mortuária do Morumbi através da única associação, a nível de Brasil, chamada de ASSICAV (Associação das Igrejas Cristãs Amor e Vida;

E...
 


Veja agora a matéria publicada no ClickFoz em 2012, clicando aqui, e tire suas conclusões...

Seu candidato não possui  tais serviços ou parecidos para a comunidade? É uma pena! Minha candidata ao legislativo possui tal currículo, ela não diz que vai fazer, já fez e muito pela comunidade e, com certeza, muito mais vai fazer.

Portanto, se está em duvidas, faça como eu, 

vote DILA, vote 51.456

E se gostou, ajude a divulgar para que sejamos felizes!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

JUSTIFICANDO MEU APOIO - DILA 51.456

Meus seguidores no blog, facebook e twitter são, graças a Deus, pessoas qualificadas e sempre sou questionado por essa ou aquela opinião, por uma ou outra atitude que tomo, nada passa despercebido. E isso faz com que eu me sinta uma pessoa com sorte, muita sorte, pois sei que não estou rodeado de bajuladores e sim, pessoas que formam opinião, só crescemos.

No momento, o que posso dizer, é que algumas dúvidas pairam sobre a candidata a vereadora, DILA_51.456 e os motivos que me levam a apoiá-la. Antes do breve relato à respeito dos meus motivos, devemos dizer que, qualquer pessoa pública é vidraça, por mais honesta que seja, está sujeita a ser citada em um ou mais problemas que venham a existir e isso é fato, não se molha quem na chuva não entra. Na questão eleitoral cobramos caráter e idoneidade dos candidatos e mister é o eleitor que atento está a tais características, afinal, é seu dia a dia que está em jogo.

Meu apoio à DILA se dá, pelas minhas postagens anteriores, justamente pelo projeto político que acredito ser melhor para Foz e ela segue com o mesmo pensamento, coisa que outros candidatos - a maioria - não demonstram, seguem sempre a mesma toada. Mas o que justifica tal apoio?

Vamos voltar ao ano de 1998. Naquela época eu era filiado ao PSC que surgiu em razão da extinção do PRN e o presidente da época, companheiro de diversas campanhas, era o empresário Valdemar Cezário e ele, em seu escritório me pediu apoio para a pessoa da DILA que não conhecia até então e em 2000, auxiliei em sua campanha onde poucos votos a deixaram de fora. Quatro anos após, novamente lá estávamos engajados em uma nova campanha e novamente, alguns votos a deixaram fora da função de vereadora.

De lá, para cá, não concorreu mais mas não deixou a vida partidária, tendo em vista que foi presidente por longos anos do PSC local, do PSC Mulher no Paraná entre outros cargos. Em 2010, nós da executiva do partido tivemos que votar pela aceitação da senhora Cláudia Pereira como membro do partido e fomos totalmente contrários tendo em vista o projeto político de seu marido, Reni Pereira. Não satisfeito, a filiação dela foi enfiado goela abaixo pelo Sr. Ratinho Junior e isso, fez com que a relação política Dila/Ratinho começasse a se romper. Veio a eleição e o Reni foi eleito com a ajuda do PSC.

Eu não participei deste pleito e avisei a Dila quais eram minhas razões, ela acatou mas disse que, certo ou errado, deveria seguir junto com o partido, mostrando sua faceta de companheira. Após eleito, obteve cargos na prefeitura mas me alertou na época que iria cair fora do governo Reni pois as coisas não andavam a contendo, alguma cosa errada existia e assim foi, deixou o governo, deixou o PSC mas não deixou a política, fui um dos primeiros a ser convidado para um nova empreitada, o PEN que não me filiei até hoje, mas que estou junto com o pessoal como se filiado fosse, não é de meu feitio abandonar companheiros.

Para não estender muito a postagem, vou concluir dizendo que, meu apoio a candidata possui argumentos que foram construidos ao logo de décadas, não é coisa de agora e muito menos financeiro ou por troca de cargos. Meu apoio se dá pois é a única porta que possuo para acessar caminhos que me levem a um novo projeto político. Se surgiu uma citação negativa aqui ou ali, é natural como já disse no inicio, mas o conjunto da obra que ela criou ao longo de sua vida, me da certeza que estou no caminho certo.

Então nobres, espero ter justificado meu apoio e confirmo, voto e peço voto para a Dila 51.456 pois sei com quem lidando e se quiser e achar conveniente, VENHA COMIGO..

Antes que perguntem. Para prefeito vou seguir a máxima, cada macaco no seu galho, voto 18-MANSUR pois dentista é dentista, engenheiro é engenheiro e administrador, administrador.



terça-feira, 13 de setembro de 2016

VOTE DILA 51.456

Problemas existem e não são poucos e a cada dia, novos surgem e por isso mesmo, deixar que se acumulem, é tornar nosso amanhã mais difícil ainda. Abordo aqui o tema problemas em razão da curta conversa, via telefone, que tive com a DILA dias atrás e entre tantas questões pendentes, uma que ela citou me chamou a atenção, em que pé anda a questão da invasão do Bubas?

Claro que isso não é problema de um vereador e sim da pessoa que postula o cargo de prefeito da cidade mas, nas propagandas diárias, alguém viu a menção do assunto como meta de governo? A situação já é caótica do ponto de vista econômico, uma invasão tende a ser mais cruel para uma parte da sociedade que se dispõe - ou é obrigada - a viver desta maneira, seja por necessidade ou outro motivo qualquer. Quem se propõe a assumir o cargo máximo deve estar preparado para encarar esta realidade, a legalização das moradias, se for o caso, a construção da estrutura mínima para que essas famílias possam ter uma vida no mínimo, digna.

Estranhei o assunto partir de uma candidata a vereadora quando deveria partir de um postulante ao cargo majoritário mas mesmo assim, reforço minha tese que ela tem um olhar de futuro para nossa cidade, atitude que busca evitar que problemas de tais naturezas não sejam empurrados com a barriga fazendo com que a solução, mais adiante, se torne mais  complexa de se resolver.

Como eu sou aquele que "perturba", o chamado calo, a indaguei com relação ao contingente de pessoas, mendigos, que habitam viadutos e prédios abandonados na cidade que, na maioria dos casos, vivem das drogas e furtos em nossa cidade e, pela sua condição de turística, não poderia existir.

Obtive como resposta a existência de mecanismos que podem amenizar, já que acabar de uma vez por todas é impossível, a situação. O que falta é uma cobrança eficaz ao gestor do município, principalmente a área ligada a Assistência Social. Deve-se levantar a necessidade e a dificuldade de tais servidores dando-lhe condições de execução de suas tarefas com maestria, foi o dito.

Citei neste post duas coisas que acho de interesse geral e que ninguém, exceto a DILA, abordam. Outros temas espinhosos e que não constam na pauta de candidatos, foram abordados, mas se comentar todos eles, vou acabar escrevendo um livro. Sendo assim, resta claro que, entre os bons candidatos à legislatura municipal, a DILA é uma delas e depositar seu voto para o 51.456, é quase certo a certeza de não arrependimento no futuro. 

Vamos mudar Foz do Iguaçu, vamos de DILA 51.456 para vereadora, chega dos mesmos, sem propostas, sem rumos, sem visão de futuro. Ótima semana à todos.


Se apoia, ajude na divulgação!

domingo, 11 de setembro de 2016

PEÇO SEU VOTO, HÁ UMA CAUSA



Neste momento estão prometendo o mundo e o fundo no horário político e não poderia ser diferente.  Cada um utiliza seus recursos disponíveis para obter os votos necessários que o levem ao cargo máximo no município. Há promessas para todos os gostos mas, você escutou alguém dizendo o que vai fazer, e como,  com a dívida que, só na área de saúde, beira os 110 milhões de reais e, queiram ou não, deverá ser quitada? 

Já ouviu algum falar que, antes de construir ou contratar, tal dívida deve ser sanada o mais urgente possível? Que a situação econômica brasileira é caótica e portanto, as obras que surgiram que nem passe de mágica no passado é praticamente impossível na atual conjuntura?

Não falam e sabem o motivo? Falta de um projeto consistente! Tudo é definido na base do vamos ganhar e ver o que faremos depois, prometer e cumprir se for possível, sempre foi assim. Há quanto tempo se escuta falar na Usina do Asfalto, Viaduto, segunda ponte, xerifes, empregos, entre outras pérolas. Não estou aqui para promover ou então, denegrir qualquer candidato à prefeitura, falo aquilo que acompanho desde a década de 80 e aprendi com o tempo, a razão de estarmos patinando.

Tudo gira em torno da ambição política de cada um que pretende ocupar o cargo máximo da cidade. Conta-se o que  ele pensa e não aquilo que deve ser pensado. Vivemos um ciclo de 4 em 4 anos e, aquilo que um faz, o outro destrói, e nesta toada, podemos oferecer algum futuro promissor à nossos filhos e netos? Se você acha que sim, você é um otimista. Eu não sou, pois as administrações que passaram me forçaram a ser pessimista.

Mas como mudar tal situação? No meu modesto modo de enxergar, a causa de tudo isso possui um nome, partidos políticos. Nenhum deles possui um projeto de longo prazo, um partido que dê sustentação ao dirigente maior, que faça que este mesmo dirigente pense exclusivamente na execução das metas partidárias, metas estas que, devidamente analisadas, possuam soluções para os problemas de hoje, amanhã e, principalmente, para o futuro.

Talvez seja meu sonho considerado como uma utopia mas como cidadão, tenho que fazer parte da política, tenho que questionar, tenho que fazer minha voz fazer valer, tenho que pensar em um rumo diferente para nosso município e até o momento, o PEN, através da DILA, foi o partido que pelo menos abriu as portas, escutam, parece que buscam abraçar a ideia e quem sabe, num futuro bem próximo, você possa escolher entre votar em um projeto de partido e não em uma pessoa que é conhecida, amigo do apresentador ou outra figura qualquer atualmente em destaque, vamos votar em um projeto de governo e não em um governo.

Pelo exposto e pela disposição em analisar e propagar aquilo que busco para a cidade, peço que considere seu voto para a DILA, ela, com experiência comprovada em direção partidária, vai contribuir e muito com o futuro de Foz, VOTE 51.456. Tenho certeza que, se eleita, seu mandato vai além daquilo que é obrigação de um legislador, já pensa e vai pensar ainda mais em soluções para nosso futuro.


Mas não devemos ficar só nisso, que tal você utilizar o comentário abaixo para que possamos discutir nosso futuro? Deixe de ser mais um para ser ator do processo, pois se deixamos nas mãos deles, podemos esquecer!

PENSE BEM, PENSE DILA – 51.456
Obrigado!

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O DESTINO DE DILMA

Nesta segunda feira, 29 de agosto, a atenção do brasileiro estará voltado para Brasília, mais precisamente, no Congresso Nacional, onde a presidente afastada, Dilma Roussef, fará seu último discurso em tom melancólico, buscando uma improvável reversão do quadro quanto ao seu impedimento. 

Consideramos improvável sua manutenção no cargo em razão do fato da mesma não mais possuir a chave do cofre para negociar apoio de um congresso ávido por benesses, sempre foi assim, mas tal tática ganhou força durante o governo do seu criador, Lula, e a conta, como sempre acontece, veio de forma devastadora sobre os ombros dos trabalhadores senão consideramos que nossa economia encolheu quase 7% nos últimos 4 anos e o desemprego já atinge a casa de 12 milhões de brasileiros onde eu estimo, que mais da metade, foram eleitores que a levaram ao poder.

Por isso tudo, pode-se afirmar que a questão das pedaladas se torna fator secundário em todo o processo. Ela deve ser alijada da função pelo conjunto da sua obra como gestora, nos registros históricos de nossa nação, não se encontramos relatos de um governo tão mal sucedido, mal gerido, totalmente incompetente.

Reflexo disso tudo já se percebe no atual pleito para prefeitos e vereadores, nenhum companheiro que concorre a um cargo eletivo, deixe em sua propaganda as cores do partido em evidência e muito menos deixam transparecer qualquer vestígio de sua ligação com Dilma/Lula a não ser o número do partido. Passado o julgamento, é claro que o próprio Partido dos Trabalhadores fará com que a era Dilma seja apagada dos anais partidários, é assim que os hoje, companheiros, agem, e ela, independente da questão de culpa, já a consideram carta fora do baralho e fica a questão, ela vai se afastar da vida pública para sempre, vivendo o resto da sua vida com as benesses que o cargo vai lhe proporcionar ou vai buscar guarida no PMDB, velho aliado ou, quem sabe no PCdoB que nunca lhe virou as costas.

Pode-se se considerar o PSDB, o DEM, como não? Na atual conjuntura política não se pode duvidar de mais nada e, sendo ela colocada de lado pelo partido, como ficam os petistas que a defendem? Ficam com ela ou com o partido? Só o tempo dirá!

Ótima semana à todos.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

ERA MARX SATANISTA?


ESCRITO POR EDITORIA MSM    | 30 JUNHO 2006   
ARQUIVO


por  Norma Braga


As duas histórias de Karl Marx – a de sua vida e a de suas idéias – são reveladoras do quanto marxismo e demonismo se entralaçam inequivocamente.

Segundo Richard Wurmbrand, autor de Marx & Satan ("Era Karl Marx um satanista?"), Karl Marx não visava em primeiro lugar a tão propalada igualdade comunista, mas sim a destituição de Deus de seu lugar na sociedade e no coração das pessoas. A julgar por uma das mais eficientes devastações que o comunismo empreendeu onde quer que fosse implantado - a da fé (conforme as histórias da Rússia, da Coréia do Norte, da Albânia, da China, de Cuba etc.) - , isso não parece tão longe da verdade. De fato, todas as expressões concretas do comunismo, além de não cumprirem com o que prometiam, combateram a religiosidade de modo tão eficaz que engendraram um povo descrente ou alienado da transcendência divina, além de uma cruel perseguição aos fiéis remanescentes.

Porém, não apenas os resultados diretos da implantação de regimes comunistas atestam a centralidade do combate à fé. Muitos aspectos da vida de Marx demonstram uma consciente intenção de opor-se a Deus e uma direta influência demoníaca, desde sua juventude. O que impulsionou Marx para o comunismo não foi uma inclinação altruísta, conforme reza a lenda. É o que explica Wurmbrand: "Não há evidências para a crença de que Marx mantinha nobres ideais com relação à humanidade e teria adotado uma postura anti-religiosa por ter visto a religião como obstáculo a esses ideais. Do contrário, Marx odiava qualquer noção de Deus ou deuses e estava determinado a ser o homem que ia tirar Deus do cenário - tudo isso antes de abraçar o socialismo, que seria apenas a isca para que proletários e intelectuais adotassem para si esse intento demoníaco." Uma das evidências disso é que o primeiro mestre comunista de Marx, Moses Hess, era também satanista.

Um de seus biógrafos, Robert Payne, endossa as afirmações de Wurmbrand ao mencionar um conto infantil inventado por Marx, relatado por sua filha Eleanor: a história interminável de Röckle, um mago infeliz que vendia relutantemente seus brinquedos ao diabo por ter feito um pacto com ele.  Diz Payne: "Sem dúvida essas historietas sem fim eram autobiográficas. Marx tinha a visão do Diabo sobre o mundo, e a mesma malignidade. Às vezes parecia saber que cumpria tarefas do mal."

Impressiona o fato de não se achar em suas cartas a Engels expressões do desejo de justiça social, mas sim preocupações com dinheiro (Engels o sustentava) e com heranças vindouras, acompanhadas de linguagem obscena e maldosas referências à morte iminente de parentes ricos - um tio que ele chama de "cão velho", por exemplo, cujo falecimento é finalmente celebrado pelos dois correspondentes. A mesma frieza é percebida no modo sucinto como relata a Engels a morte da mãe: "Chegou um telegrama há duas horas dizendo que minha mãe morreu. O Destino precisou levar um membro da família. Eu mesmo estou com um pé no túmulo. Pelas circunstâncias, sou mais necessário que a velha mulher. Preciso ir a Trier para ver a herança." É de se notar especialmente esse tom de quem se refere a uma instância superior de decisão - não Deus, mas o Destino - atribuindo-lhe ares de sabedoria cósmica ("sou mais necessário").

Quando novo, suas cartas ao pai já atestavam que, embora tivesse recebido educação cristã, afastara-se resolutamente da fé. Escreveu: "Uma cortina caiu. Meu santo dos santos foi partido ao meio e novos deuses tiveram de ser instalados ali." Enviou-lhe como presente de aniversário poemas de teor bastante anti-religioso:

Por ter descoberto o altíssimo

E por ter encontrado maiores profundezas através da meditação

Sou grande como Deus; envolvo-me em trevas como Ele

Perdi o céu, disto estou certo

Minha alma, antes fiel a Deus,

Está marcada para o inferno

Seu companheiro Mikhail Bakunin, com quem criou a primeira Internacional Comunista, escreveu loas a Satanás de modo flagrante, vinculando-o estreitamente aos objetivos comunistas: "O Supremo Mal é a revolta satânica contra a autoridade divina, revolta em que podemos ver o germe fecundo de todas as emancipações humanas, da revolução. Socialistas se reconhecem pelas palavras 'No nome daquele a quem um grande erro foi feito'.""Satanás [é] o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento."

"Nessa revolução deveremos acordar o Diabo nas pessoas, estimular nelas as paixões mais vis. Nossa missão é destruir, não edificar. A paixão da destruição é uma paixão criativa ."

A positivação do Diabo como o libertador do homem – que, tal como Prometeu, teria contribuído diretamente para que acedêssemos ao conhecimento que o próprio Deus nos negara – parece ter criado raízes na intelectualidade universitária, de tal forma que esta já é noção comum em alguns círculos. No entanto, é interessante notar que esse "Satanás Prometeu", indissociável dos primórdios do comunismo, não passa de um erro teológico grave, que deixa de considerar que a árvore do fruto proibido não portava o conhecimento tout court, a ciência, mas sim (e basta checar Gênesis 2:17 para confirmá-lo) o conhecimento do bem e do mal. A bela lição judaica desse excerto bíblico é que, ao fazer a escolha de conhecer o bem e o mal sem a permissão (logo, a ascendência) de Deus, o homem não consegue se dominar e praticar sempre o bem – ensinamento que traz luzes inequívocas para a relação entre transcendência e moralidade. Sobre isso, é patente a profundidade no tratamento do tema do mal na obra da filósofa judia Hannah Arendt, A condição humana, e do romancista cristão Dostoiévsky, com sua aguda consciência de que, sem Deus, "tudo é permitido". Se é difícil, diante disso, evitar a conclusão de que o esquerdismo se imiscuiu na vida acadêmica portando em si toda a pulsão destrutiva anticristã que hoje caracteriza o meio, menos ainda se pode mascarar a associação dessa revolta contra Deus, presente nos escritos de Bakunin e Marx, à ausência de freios morais que caracterizou todos os regimes comunistas de que se teve notícia.

A vida de Marx é recheada de comportamentos inadmissíveis e acontecimentos trágicos, assim como ocorre com todos os que se envolvem de perto com o demônio. Vivia às custas de Engels e da herança de parentes, embora pudesse se sustentar com seu conhecimento de línguas e a formação especializada, um doutorado em filosofia. Sua esposa abandonou-o duas vezes, voltando sempre, e ele sequer compareceu a seu funeral. Três de seus filhos pequenos morreram de desnutrição, sendo que pelo menos um deles, segundo a própria esposa de Marx, foi vítima dos descuidos do marido com relação ao sustento da família. Tivera ainda um filho com a empregada, negado e tratado como se fosse de Engels - que revelou o engodo em seu leito de morte a uma das filhas de Marx, com a preocupação de que ela não endeusasse o pai. Tinha, com essa, três filhas, que morreram novas: duas delas, do cumprimento de pactos de suicídio com os maridos (um deles se arrependeu e não cumpriu o ato). Os livros que escreveu, além de trazer uma linguagem vociferante de ódio, vinham recheados de dados inventados e citações falsas de autores como W.E. Gladstone e Adam Smith - distorções consideradas intencionais por pesquisadores de Cambridge, não fruto de displicência. Era dado a bebedeiras e irascível muito além do limite da tolerância: perdia amizades facilmente. Pessoas de sua convivência lhe atribuíram diversas vezes o epíteto "ditador" e um coração rancoroso. O próprio Bakunin no final declara: "Marx não acredita em Deus mas acredita bastante em si mesmo e faz todo mundo o servir. Seu coração não é cheio de amor, mas de rancor, e ele tem muito pouca simpatia pela raça humana." Fiel ao sábio princípio de não separar o pensamento do autor de sua biografia, Paul Johnson comenta de modo dramático as conseqüências da herança marxista na Rússia e na China: "No devido tempo, Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung puseram em prática, numa imensa escala, a violência que Marx trazia em seu íntimo e que transpira em sua obra."

Escrevo sobre Marx e já me vem à mente a história de Stálin contada por sua filha, Svetlana Alliuyeva. Em Vinte cartas a um amigo, ela realiza uma crescente e emocionada catarse ao falar de sua infância e juventude. Presenciou o devastamento de seus entes queridos, alvo das desconfianças obsessivas do pai. Quando não eram assassinados por supostas traições ao regime - parentes próximos, como seus tios, e também amigos íntimos da família -, sucumbiam a gigantescas pressões de morte, seja progressiva (seu irmão alcoólatra) ou imediata (o suicídio de sua mãe aos 30 anos). Na última carta, uma frase sua em especial assusta pela desolação com que constata: "Em torno de meu pai havia uma espécie de círculo negro - todos os que caíam em seu interior pereciam, destruíam-se, desapareciam da vida..." Examinando-se de perto a vida de Karl Marx e o posterior desenvolvimento do marxismo, tem-se a impressão de que o mesmo poderia ser dito dele, sem temor algum de exageros.

Intuindo o quanto a Rússia adotaria seus princípios, pouco antes de morrer Marx manifestava orgulho especial pela recepção de suas obras no país. Décadas mais tarde, o impressionante  slogan soviético "Banir os capitalistas da terra e expulsar Deus do céu" não só confirmaria essa intuição, mas, principalmente, tornaria flagrante a missão do projeto marxista desde estados embrionários: destruir a fé em Deus. Em países como o Brasil, essa anti-religiosidade tem sido amenizada para passar a falsa impressão de um comunismo mais conforme à necessidade humana de transcendência, algo indissociável de nossa cultura. No entanto, as duas histórias de Karl Marx – a de sua vida e a de suas idéias – são reveladoras do quanto marxismo e demonismo se entralaçam inequivocamente. É estudar para saber.


Notas:


Fontes:

 

Alliyueva, Svetlana. Vinte cartas a um amigo: as memórias da filha de Stálin . Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1967.

 

Johnson, Paul. Os intelectuais. Rio de Janeiro, Imago, 1988, capítulo 3, p. 64 a 94.

Wurmbrand, Richard. Marx & Satan. Living Sacrifice Book Co, 1986, capítulo 2, p. 20 a 35.

UNIDOS PODEMOS MAIS - SOU 18 – SOU MANSUR




A questão da escolha de um candidato(a) para cargos eletivos não é, como parece, uma tarefa simples, requer muita atenção e responsabilidade pois o eleito não governará exclusivamente para você e sim para uma coletividade. Uma das características que busco em um postulante ao cargo diz respeito ao quanto que o mesmo se aproxima de um estadista, sem deixar de considerar, claro, sua reputação e caráter.


Todos sabem, ou deveriam saber, que o estadista é um homem de estado,  é aquela pessoa que exerce liderança política com sabedoria e sem limitações partidária. È aquela pessoa que  se preocupa com a próxima geração, contrário ao político comum, que visa exclusivamente a próxima eleição.


Para Maquiavel, a condução do Estado é considerada uma arte, e o estadista, um autêntico artista. Para Maquiavel, assim como para Skinner e Merleau-Ponty, o estadista é adaptável às circunstâncias, harmonizando o próprio comportamento à exigência dos tempos. Sua virtude é a flexibilidade moral, a disposição de fazer o que for necessário para alcançar e perenizar a glória cívica e a grandeza - quer haja boas ou más ações envolvidas - contagiando os cidadãos com essa mesma disposição. O estadista é visto como simulador e manipulador da opinião pública ("a ação acusa mas o resultado escusa"), em uma sociedade acrítica e influenciável pelas aparências, constituída de indivíduos interessados exclusivamente em seu próprio bem estar. Mas a corrupção é vista como perda da virtude pelo conjunto dos cidadãos.


Uma simples comparação de figuras políticas, para ilustrar o acima afirmado, nos leva a considerar o americano Lincoln, que muito se preocupou com o destino das futuras gerações de americanos e na outra ponta o Lula, que sempre direcionou suas ações ( de assistencialismo e conchavos políticos) focado na próxima eleição.


Sendo assim e mantendo meus princípios, não vejo outra candidatura capaz senão aquela composta de Phelipe Mansur e Roberto Apelbaum. Não que sejam estadistas plenos na concepção da palavra, mas são aqueles que mais se aproximam daquilo que vejo como candidato ideal. Reforça ainda a esperança em dias melhores, quando constatamos que Mansur é um administrador nato, que possui sensibilidade social, possui ouvidos atentos as necessidades da população e o pouco que conheci de sua pessoa, deixou claro que, além dos terríveis problemas do presente a serem sanados, tem o foco no futuro.


Vamos torcer para que o presente, com um olho no futuro, a médio e longo prazo, seja pela primeira vez levado à sério neste esplendor de município. Viva Foz...Viva 18... “Unidos podemos mais”.